conjuntura

Crescimento na OCDE abranda para 0,5% no segundo trimestre

Jose Angel Gurria, secretário-geral da OCDE,
(REUTERS/Michele Tantussi)
Jose Angel Gurria, secretário-geral da OCDE, (REUTERS/Michele Tantussi)

PIB das economias desenvolvidas abrandou uma décima, com Reino Unido e Alemanha a contraírem.

O crescimento económico no conjunto dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) abrandou para 0,5% no segundo trimestre, depois de crescer 0,6% nos primeiros três meses do ano, foi hoje anunciado.

O Produto Interno Bruto (PIB) dos países da OCDE cresceu 0,5% entre abril e junho, anunciou hoje a entidade.

Entre as sete maiores economias da OCDE, “o crescimento do PIB desacelerou acentuadamente” no Reino Unido, que registou uma contração de 0,2% face ao crescimento de 0,5% entre janeiro e março, e na Alemanha, que recuou 0,1% em comparação com a expansão de 0,4% no trimestre anterior, indicou a Organização.

O PIB também desacelerou, “mas mais moderadamente”, nos Estados Unidos, avançando 0,5% face aos 0,8% registados no trimestre anterior, e no Japão, para 0,4% depois dos 0,7% nos três meses anteriores.

A OCDE indica que o crescimento também desacelerou “marginalmente” na economia francesa, que abrandou para 0,2% no segundo trimestre, face aos 0,3% no trimestre anterior, e na economia italiana, que registou um crescimento nulo (0%) depois da expansão de 0,1% entre janeiro e março.

A OCDE indica ainda que o crescimento do PIB também abrandou na União Europeia e na zona euro para 0,2% em ambos os casos, no segundo trimestre, em comparação com os avanços de 0,5% e 0,4%, respetivamente, no trimestre anterior.

Em termos homólogos, ou seja, na comparação com o segundo trimestre de 2018, o crescimento económico no conjunto dos países da OCDE “abrandou marginalmente para 1,6%”, no segundo trimestre, em comparação com a expansão de 1,7% nos primeiros três meses do ano, face ao mesmo período do ano passado.

Entre as sete principais economias do grupo, os Estados Unidos registaram o maior crescimento homólogo, de 2,3%, enquanto Itália registou o menor, de 0%.

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