Sucesso Made in Portugal

Critical Software. “Somos mil pessoas mas temos o espírito de uma startup”

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João Carreira, co-fundador e chairman da Critical Software, foi o segundo orador do debate.

A empresa nasceu numa incubadora de startups e hoje está em todo o mundo, tendo clientes como a NASA. Segundo João Carreira, a Critical Software funciona atualmente como um ecossistema de empresas “em permanente mutação”. Umas vão entrando e outras vão saindo, explicou. Hoje são sete empresas no total.

O que explica o seu sucesso lá fora? “Vários fatores. Cada uma das nossas empresas tem o seu produto, mas todas têm um conjunto de valores que fazem parte da cultura da empresa.

O primeiro é o foco na qualidade. Pomos a fasquia muito alta em termos de qualidade. Isso demora tempo. O segundo fator é a agilidade. Somos mil pessoas mas temos o espírito de uma startup, um espírito empreendedor que se manifesta nas novas empresas que se formam no nosso seio. Não vemos isso como uma ameaça. O outro fator é a transparência e o espírito colaborativo”, destacou.

“Não é fácil contratar nem reter talento em Portugal”

Na visão de João Carreira, “não é fácil contratar nem reter talento em Portugal”, revelando que os salários dos engenheiros informáticos têm vindo a subir entre 10 e 20%, o que não ajuda. Para contrariar essa tendência, “temos uma cultura na empresa, como o empreendedorismo, inovação, responsabilidade social, as pessoas sentirem que fazem parte da comunidade”, explicou.

Na empresa existe mesmo um laboratório, uma espécie de “playground para engenheiros, com hardware e tecnologia, para construírem e inventarem coisas que que depois usamos com os nossos clientes”.

João Carreira garante que existe uma “comunidade vibrante” na Critical Software, existindo “muitos empreendedores na empresas e por isso precisamos de os estimular, com concursos de ideias, de negócios”. Por tudo isto, a “taxa de retenção” na empresa é elevada.

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