Da ideia ao protótipo: uma viagem de 24 horas no Hack for Good

Propostas de impacto social para resolver problemas com crianças, seniores e refugiados e migrantes foram avaliadas esta manhã

Acabou a fase de programação na maratona do Hack for Good. As 35 equipas do hackaton da Fundação Calouste Gulbenkian já apresentaram os seus projetos a um préjuri de quatro elementos, que passou a manhã a avaliar as propostas de impacto social para resolver problemas com crianças, seniores e refugiados e migrantes.

Luís Jerónimo, responsável deste préjuri, destacou ao Dinheiro Vivo as principais preocupações das equipas nas últimas 24 horas. Depois desta fase, serão escolhidas as 10 equipas que vão fazer a apresentação final, a partir das 15 horas. As 10 melhores equipas serão selecionadas por Luís Jerónimo, responsável pelo Hack for Good; Luís Plácido, membro da Fundação Calouste Gulbenkian; Inês Santos Silva, especialista da secretaria de Estado da Indústria; e Paulo Calçada, líder da associação Porto Digital.

Este domingo, as três melhores equipas vão ter acessos a prémios financeiros (entre 2 mil e 5 mil euros), licenças de software e acesso ao bootcamp, que vai decorrer entre maio e outubro em Lisboa, Porto e em modo virtual. A esta etapa do projeto da Fundação Calouste Gulbenkian vão juntar-se pelo menos mais sete equipas, mas este número ainda poderá aumentar conforme a qualidade dos projetos apresentados.

No bootcamp, as equipas vão ter acesso a mentoria e a vários conteúdos para poder continuar a desenvolver as suas ideias e preparação para receber um potencial investimento. Entre 5 e 8 de novembro, as ideias com mais potencial de investimento serão apresentadas na Web Summit, onde a Hack for Good vai contar com um espaço próprio na FIL.

A procura de soluções para crianças, seniores, refugiados e migrantes são os tópicos da terceira edição da maratona tecnológica organizada pela Fundação Calouste Gulbenkian.

Além dos mentores por cada uma das áreas, as 35 equipas estão a ser acompanhadas por mentores tecnológicos ligados a várias startups e scaleups portuguesas, como Unbabel, eSolidar, HypeLabs, Natixis e XpandIT.

O Dinheiro Vivo está a acompanhar este hackaton no Palácio dos Correios, no Porto.

Mais Notícias

Outros Conteúdos GMG

Patrocinado

Apoio de