Desemprego

Desemprego mantém-se inalterado nos 11,6% em maio

Fotografia: Miguel Pereira/Global Imagens
Fotografia: Miguel Pereira/Global Imagens

A estimativa da taxa de desemprego para maio de 2016 situou-se em 11,6%, tendo-se mantido inalterada face a abril. Emprego diminuiu.

A taxa de desemprego terá sido de 11,6% em maio, segundo indicam as estimativas provisórias hoje divulgadas pelo Instituto Nacional de Estatística. A confirmar-se este valor, isto significa que o desemprego terá recuado 0,8 pontos percentuais face ao mesmo mês de 2015. Já em relação a abril, os dados apontam para uma estabilização.

De acordo com o INE, o país tina em maio 587,4 mil pessoas desempregadas, o que revela um recuo de 5,2 mil pessoas face ao valor definitivo apurado para abril.

O INE publica mensalmente estimativas da taxa de desemprego, avançando com um um valor provisório para o mês mais recente e um definitivo para o imediatamente anterior. E a taxa de abril agora apurada (11,6%) compara com os 12% inicialmente avançados.

“Em abril de 2016, a estimativa definitiva da população desempregada situou-se em 592,6 mil pessoas, tendo diminuído 3,1% (18,7 mil) em relação ao mês anterior. Em maio de 2016, a estimativa provisória da população desempregada foi de 587,4 mil pessoas, menos 5,2 mil (0,9%) do que no mês anterior”, refere o INE.

Menos desemprego jovem
O desemprego entre os mais jovens (dos 18 aos 24 anos) situou-se em 28,6% em maio, recuando 1,2 pontos percentuais face ao mês imediatamente anterior. Entre os adultos a taxa foi de 10,3% (menos 0,1 pontos do que em abril).

Em número isto significa que o país tinha 100,9 mil jovens sem trabalho em maio, contra 108,4 mil em abril. Um ano antes, a falta de trabalho afetava 112,5 mil jovens e a taxa superava então os 30% (30,9%).

Emprego cai
Em relação ao emprego, os dados do INE revelam um abrandamento face a abril. “Em maio de 2016, a estimativa provisória da população empregada foi de 4 479,6 mil pessoas, tendo diminuído 0,6% face ao mês anterior (26,7 mil)”, assinala a autoridade estatística nacional.

A quebra de emprego foi observada na população adulta, entre os mais jovens e também não poupou género, havendo agora menos 5,4 mil homens a trabalhar e menos 21,3 mil mulheres.

Assim, a taxa de emprego que em abril foi de 57,7% terá baixado em maio para 57,4%.

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