Coronavírus

Dijsselbloem. “Estou muito preocupado. Esta crise é mais dramática”

Fotografia: Yves Herman/Reuters
Fotografia: Yves Herman/Reuters

Antigo presidente do Eurogrupo assume uma "profunda preocupação" perante as consequências da crise "mais grave do que tudo o que vimos".

Jeroen Dijsselbloem liderou o Eurogrupo durante cinco anos. Hoje, dirige o Dutch Safety Board, o Conselho de Segurança dos Países Baixos, e tem entre mãos as investigações sobre a forma como o país lida com a pandemia.

Em entrevista à TSF, o holandês habituado às tensões da crise do euro, diz-se surpreendido com a “velocidade” e a “dimensão” com que a crise do coronavírus se instalou ao nível económico.

Dijsselbloem comenta o tom crispado e “nada útil” das discussões, em Bruxelas, que levaram o primeiro-ministro português a criticar afirmações do sucessor de Dijsselbloem no ministério das Finanças de Haia e reconhece que o sistema tributário do país dele facilita práticas como a elisão fiscal, que permite às multinacionais escaparem ao pagamento de impostos, nos países em que recolhem os lucros. Dijsselbloem reconhece que o sistema tributário da UE é “injusto”, e deve ser repensado.

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