Dívida

Dívida directa do Estado cai para 242 mil milhões em outubro – IGCP

A dívida directa do Estado caiu para 242 mil milhões de euros em outubro, face a 245,3 mil milhões de euros em setembro, segundo dados do IGCP

A dívida directa do Estado caiu para 242 mil milhões de euros em outubro, face a 245,3 mil milhões de euros em setembro, segundo dados do IGCP-Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública.

Numa apresentação a investidores divulgada na sua página na Internet, o IGCP adianta que 48% do montante corresponde a Obrigações do Tesouro, 25% a empréstimos da troika e 11% a dívida colocada junto dos investidores de retalho.

Face à dívida registada no final de 2016, de 236,3 mil milhões de euros, representa uma subida de 2,5%. A dívida direta do Estado corresponde à dívida em que o subsetor Estado é o devedor efetivo, incluindo os passivos do Estado detidos por outros subsetores das administrações públicas, e reflete ainda a capitalização dos certificados de aforro.

Na óptica de Maastricht, a que conta para Bruxelas, no final de setembro, os contribuintes portugueses deviam 249,1 mil milhões de euros, segundo o Banco de Portugal.

A dívida pública total do país deverá chegar ao final de dezembro a crescer 0,8% face ao ano anterior, o ritmo mais baixo das últimas duas décadas, indicam dados oficiais recolhidos pelo DN/Dinheiro Vivo.

De acordo com o Governo, a dívida deverá terminar o ano de 2017 próxima dos 243 mil milhões de euros, ou seja, nos 126,2% do PIB. Se se concretizar, será o valor mais baixo desde 2012.

O Ministério das Finanças anunciou, na sexta-feira, que Portugal reembolsou, antecipadamente, mais uma parcela do empréstimo ao Fundo Monetário Internacional, equivalente a 2.780 milhões de euros, que se vencia entre junho de 2020 e maio 2021. Em 2017, foram já pagos 9.012 milhões de euros, o valor máximo amortizado, em termos anuais, até à data.

Com este pagamento, fica liquidado 76% do empréstimo do FMI, de 26.300 milhões de euros. Segundo o Governo, o plano de amortizações antecipadas do FMI continuará a ser implementado em 2018.

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