EUA

Eleições nos EUA: Facebook fecha 115 contas por tentativa de ingerência

REUTERS/Thomas White/File Photo
REUTERS/Thomas White/File Photo

A rede social bloqueou 115 contas ligadas a grupos estrangeiros que estão a tentar interferir nas eleições legislativas intercalares.

A empresa norte-americana encerrou 30 contas do Facebook e 85 do Instagram e está a investigá-las em mais pormenor, indicou num texto publicado no seu blogue na segunda-feira à noite.

Nesse texto, o diretor da política de cibersegurança do Facebook, Nathaniel Gleicher, precisou que a empresa atuou depois de ter sido avisada, no domingo, pelas autoridades norte-americanas, de atividade ‘online’ recentemente descoberta “que pensavam estar ligada a entidades estrangeiras”.

As gigantes tecnológicas norte-americanas intensificaram a sua atuação contra campanhas de desinformação, para bloquear as tentativas ‘online’ de dividir os eleitores e desacreditar a democracia.

A purga do Facebook foi uma das contramedidas para impedir abusos como os perpetrados por grupos russos há dois anos para influenciar a opinião pública antes das eleições presidenciais de 2016.

A empresa, com sede em Menlo Park, no Estado da Califórnia, tem regularmente anunciado purgas como esta nos últimos meses, a mais recente das quais tinha sido em outubro, e é provável que venha a haver mais, já que, apesar de os seus sistemas estarem a melhorar na deteção e remoção dessas contas, esses atores mal-intencionados também estão a aperfeiçoar a forma como realizam os seus ataques.

Gleicher disse que o Facebook vai fornecer uma atualização assim que souber mais, incluindo se as contas bloqueadas estão ligadas à Agência de Investigação da Internet, sediada na Rússia, ou a outras entidades estrangeiras.

Quase todas as páginas do Facebook associadas às contas bloqueadas estavam em francês ou russo.

Por sua vez, as contas do Instagram bloqueadas eram, na maioria, de língua inglesa e centravam-se ou em celebridades ou no debate político.

Comentários
Outras Notícias que lhe podem interessar
Hoje
Caixa Geral de Dep—ositos -

Sete dos créditos de risco da CGD tiveram perdas de 100%

Operadores da Groundforce onde a operação da empresa de ‘handling’ Groundforce inclui números como cinco minutos e 400 toneladas, mas também o objetivo de chegar ao fim de 2019 com 3.600 colaboradores, aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, 22 de janeiro de 2018. Para que os aviões estejam no ar, a Groundforce faz toda a assistência em terra, excetuando o fornecimento de comida e de combustível, como resume o presidente executivo da empresa, Paulo Neto Leite, numa visita guiada aos ‘bastidores’ do Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa. MÁRIO CRUZ/LUSA

Com o aeroporto de Lisboa “no limite”, Groundforce exige à ANA que invista já

(Rui Oliveira / Global Imagens)

Quota de mercado dos carros a gasóleo cai para mínimos de 2003

Outros conteúdos GMG
Conteúdo TUI
Eleições nos EUA: Facebook fecha 115 contas por tentativa de ingerência