Reclamações

Em seis meses, chegaram à Deco 2300 queixas dos transportes

Fotografia: Leonardo Negrão / Global Imagens
Fotografia: Leonardo Negrão / Global Imagens

Deco recebeu 6646 subscrições da carta dos direitos dos passageiros. Associação dará seguimento às queixas dos consumidores, mesmo não associados

Diminuição ou supressão de percursos e carreiras, atrasos, cancelamentos, e alterações de horários estão na origem da maior parte das queixas que, nos últimos seis meses têm chegado à Deco. A Associação de defesa do consumidor lançou em fevereiro o portal queixadostransportes.pt e, em seis meses, recebeu 2228 reclamações, mostram dados cedidos ao Dinheiro Vivo.

Os transportes rodoviários são os que mais queixas geram junto dos seus clientes representando 61,4% das reclamações que a Deco recolheu, isto é, 1369 reclamações. Já os transportes ferroviários geraram 402 queixas e os metropolitanos outras 314. Os meios de transporte aéreos, por sua vez, levaram a 47 reclamações.

“A associação compromete-se a dar seguimento a todas as queixas, atuando, sempre que necessário, ao nível local em todo o território nacional (incluindo as ilhas)”.

Para além das reclamações que podem assumir várias formas mas acabam por se concentrar mais na redução e supressão da frequência, a Deco recebeu ainda (até à passada sexta-feira) 6646 registos de consumidores que se inscreveram e subscreveram a carta dos direitos dos passageiros dos transportes públicos coletivos da Deco.

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