Coronavírus

Empresários atentos mas sem entrar em alarmismos precoces

Foto: EPA/ALEX PLAVEVSKI
Foto: EPA/ALEX PLAVEVSKI

A atividade industrial mantém-se em ritmos normais, mesmo em áreas que carecem de matérias-primas provenientes da China.

Os empresários portugueses estão atentos ao evoluir do surto do Covid 19 mas, para já, querem evitar alarmes. A atividade industrial mantém-se em ritmos normais, mesmo em áreas que carecem de matérias-primas provenientes da China.

No entanto, a preocupação está “latente”, porque se o vírus se disseminar haverá impactos globais “a todos os níveis da sociedade e em todas as indústrias”, diz Vítor Poças, presidente da Associação dos Industriais da Madeira e do Mobiliário de Portugal.

A AICEP, que tem sido contactada por empresas e associações a pedir informações, considera que “ainda é cedo para estimar o impacto económico real do coronavírus” mas, caso haja um abrandamento económico relevante na China, isso “terá impacto no comércio global, o que também poderá ter repercussões em Portugal”.

Certo é que associações como a AIMMAP (metalurgia) ou a ANIVEC (vestuário) já confirmaram que há uma quebra significativa de compradores chineses nas feiras internacionais e é de esperar que clientes de outras nacionalidades deixem também de marcar presença nesses espaços para evitar andar de avião. O mundo está de olhos postos na China.

Comentários
Outras Notícias que lhe podem interessar
Outros conteúdos GMG
Hoje
2. Os telemóveis desvalorizam até 78% do investimento num ano

Burlas com SMS custam um milhão por ano aos consumidores

Ana Jacinto, secretária-geral da Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) antes de uma entrevista, esta manhã nos estúdios TSF.
(Reinaldo Rodrigues/Global Imagens)

Ana Jacinto. Hotelaria e restauração precisam de mais de 40 mil trabalhadores

Austin, EUA

Conheça o ranking das cidades mais desejadas pelos millennials em 2020

Empresários atentos mas sem entrar em alarmismos precoces