comércio internancional

Empresas mais pessimistas à espera de abrandamento nas exportações para 4%

( Natacha Cardoso/ Global Imagens )
( Natacha Cardoso/ Global Imagens )

Expetativas são de um menor aumento das vendas aos parceiros da União Europeia.

As empresas portuguesas preveem para este ano um abrandamento na evolução das exportações, com expetativa de um crescimento mais lento nas vendas aos parceiros dentro do bloco europeu. As perspetivas de exportação de bens publicadas esta quinta-feira pelo INE apontam para uma subida de 4%, numa desaceleração face aos 5,3% de aumento das vendas ao exterior em 2018.

A quebra no andamento do comércio internacional tem na base a antecipação de um crescimento menor nas vendas aos parceiros europeus, revisto em baixa de 4,6% para 4,2%, em resultado de um esperado menor crescimento nas vendas de maquinaria e outros bens de investimento, assim como alguns bens de consumo não especificados.

Já no comércio para fora do bloco, as empresas aguardam agora, naquela que é a segunda previsão do ano, por uma aceleração ligeira, antecipando que as vendas aumentem 3,4% (contra 3,2%), apesar das tensões comerciais globais e da ameaça norte-americana, este mês, de vir a impor tarifas adicionais a um valor superior a quatro mil milhões de dólares de bens europeus importados pelos Estados Unidos.

Até maio, as exportações portuguesas cresciam 5,3%, por comparação com os primeiros cinco meses do ano passado, segundo os dados oficiais divulgados esta quarta-feira. Já as importações cresciam 12,6%. O défice da balança comercial atingia 1,6 mil milhões de euros.

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