Dívida

Endividamento da economia agrava-se em 1.700 milhões em fevereiro

100 euros

O setor público foi o que mais se endividou, com um aumento de 900 milhões de euros. O endividamento do setor público cresceu 800 milhões de euros.

O endividamento da economia sofreu um agravamento de 1,7 mil milhões de euros em fevereiro último, face ao mês anterior, para 723 mil milhões de euros, devido ao maior nível de dívida registada tanto no setor público como no privado.

O setor público foi o que mais se endividou, com um aumento de 900 milhões de euros, enquanto o endividamento do setor privado 800 milhões de euros em fevereiro.

O peso do setor público no valor global de endividamento da economia portuguesa é de 400,6 mil milhões de euros e o do setor público é de 322,4 mil milhões de euros.

“A subida do endividamento do setor público resultou, sobretudo, do aumento do endividamento face ao setor não residente em 1,1 mil milhões de euros, parcialmente compensado pela diminuição do financiamento concedido pelas empresas e pelas próprias administrações públicas”, explica o Banco de Portugal numa nota estatística divulgada esta terça-feira.

“No setor privado, observou-se, no essencial, um acréscimo do endividamento das empresas face ao exterior e ao setor financeiro em 0,6 e 0,2 mil milhões de euros, respetivamente”, adianta.

Segundo o Banco de Portugal, desde o início do ano, as administrações públicas financiaram-se em 2,1 mil milhões de euros, “valor que foi mais do que compensado pela redução no financiamento líquido junto de bancos residentes em 2,9 mil milhões de euros”.

“Nos primeiros dois meses de 2019, o financiamento das administrações públicas foi de -0,6 mil milhões de euros, valor inferior aos 0,2 mil milhões de euros registados em igual período de 2018”, adianta.

Comentários
Outras Notícias que lhe podem interessar
Outros conteúdos GMG
Hoje
Mário Centeno 
(EPA-EFE/PATRICIA DE MELO MOREIRA)

Lentidão nos reembolsos fazem disparar IRS em plena crise

O ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos (C), acompanhado pelo ministro de Estado e das Finanças, Mário Centeno e pelo presidente da CP, Nuno Freitas (E), na assinatura do contrato de serviço público entre o Estado e a CP, na Estação do Rossio, em Lisboa, 28 de novembro de 2019. JOSÉ SENA GOULÃO/LUSA

CP sem contrato com Estado só tem dinheiro até junho

avião da TAP

PS desafia TAP a corrigir plano de rotas áreas que “lesa interesse nacional”

Endividamento da economia agrava-se em 1.700 milhões em fevereiro