OPEP

Economist: Entrada da Guiné Equatorial na OPEP sem vantagens para os dois lados

Fotografia: Sergei Karpukhin/ Reuters
Fotografia: Sergei Karpukhin/ Reuters

A entrada da Guiné Equatorial na OPEP foi formalizada em Viena a 25 de maio.

A Economist Intelligence Unit (EIU) considerou hoje que a entrada da Guiné Equatorial na Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) não traz vantagens para ninguém devido à pouca relevância na produção e ao difícil clima de negócios.

“Em teoria, a entrada da Guiné Equatorial no clube é um cenário de vitória para ambos os lados: a OPEP aumenta a sua quota no mercado global de petróleo, e o país africano fica melhor colocado para atrair capitais dos membros mais ricos do cartel, mas não esperamos que a pertença ao cartel marque uma contribuição significativa para nenhum destes objetivos”, escrevem os analistas da Economist.

Numa nota de análise à entrada da Guiné Equatorial na OPEP, formalizada em Viena a 25 de maio, os peritos da unidade de análise da revista britânica The Economist escrevem que “independentemente da pertença à OPEP, o difícil clima local para os investimentos vai deter a grande maioria dos potenciais investidores”.

Para além das dificuldades em fazer negócios no país, considerado um dos piores na lista do ‘Doing Business’, a EIU lembra também que mesmo os países mais ricos da OPEP têm enfrentado dificuldades orçamentais que resultam do contexto dos preços baixos do petróleo, que se mantém desde meados de 2014.

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