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Estas são as férias mais desejadas pelos portugueses

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Estudo global de viagens 2017 da Momondo inclui hábitos de viagem de quase mil portugueses.

A maioria dos portugueses viaja preferencialmente com o(a) companheiro(a), metade prefere ficar num hotel e só 30% partilha fotografias das férias na redes sociais. As conclusões integram o estudo global que a plataforma Momondo realizou junto de mais de 23 mil pessoas, entre as quais 992 portugueses.

“Ao falarmos com pessoas de todo o mundo descobrimos factos bastante interessantes acerca das férias que a maioria das pessoas procura. Por todo o mundo, por exemplo, 66% das pessoas prefere viajar com o seu parceiro, enquanto apenas 43% preferem ir de férias com amigos”, revelou Fábio Pereira, responsável da Momondo em Portugal. Por cá, 73% prefere ir de férias com o(a) companheiro(a).

Outro dado revelado pela Momondo é relativo ao alojamento. “Apesar da grande popularidade das plataformas de partilha e aluguer de alojamento, 57% dos viajantes preferem hotéis a qualquer outro tipo de estadia”, notou o responsável. No caso dos portugueses, 50% prefere ficar em hotel.

Embora um em cada três portugueses (28%) prefira gastar o dinheiro que possui a viajar, a verdade é que muitos (39%) têm de poupar nas compras para poder viajar mais. O preço será o fator determinante para escolher um voo (56%) ou um hotel (50%) e a duração média das férias é de apenas três dias.

E quanto a destinos? “Londres permanece o destino mais desejado em Portugal, no entanto, para as viagens de 2017, parece que os portugueses estão a voltar-se para o seu próprio país: a Ilha Terceira, nos Açores, está a mostrar-se uma grande surpresa. Com um aumento de 94% em pesquisas quando comparada com 2016, esta bela ilha açoriana parece ter conquistado o interesse dos portugueses. A Ilha Terceira é, claramente, uma das tendências para as férias deste ano”, referiu Fábio Pereira.

A nível global, mais de um quarto dos viajantes partilha fotografias das férias nas redes sociais – um valor que sobe para 30% no caso dos portugueses.

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