Este ano, 500 jornalistas estrangeiros visitarão Portugal

O britânico The Guardian aconselha o Porto para 2015, a Monocle escolhe Lisboa para a primeira conferência internacional, os Açores estão entre os melhores destinos do mundo para a eDreams. O The New York Times sugere uma visita ao Alentejo ainda neste ano, o The Telegraph distingue Portugal como um dos cinco destinos de férias em 2015 e, nesta semana, é a vez do Lonely Planet colocar dois destinos portugueses na lista dos melhores a nível europeu: Açores e Peniche.

Portugal está na moda e são raras as semanas em que não é referido na imprensa internacional como um destino a não perder. Mas a viagem foi planeada com antecedência e o ponto de partida foi traçado pelo Turismo de Portugal. Só neste ano, 500 jornalistas e outros líderes de opinião visitarão Portugal por boas razões: gastronomia, hotelaria, história e turismo de natureza são alguns dos pontos-chave oferecidos pelo Turismo de Portugal aos convidados. A estratégia passa pela comunicação online em meios de comunicação internacionais.

"O foco da promoção passou a ser outro: concentrámos a mensagem em 13 mercados com proximidade ou boas ligações aéreas, organizámos 39 workshops em 2014 que envolveram mais de 900 empresas, reforçámos o investimento na captação de rotas e operadores turísticos e planeámos viagens para mais de um jornalista estrangeiro por dia", enumera João Cotrim de Figueiredo, presidente do Turismo de Portugal. Por isso, face às críticas em relação às consequências do aumento de turistas em Portugal, Cotrim de Figueiredo não tem dúvidas: é uma questão de ajustamento.

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"São reequilíbrios que é preciso atingir e podem exigir e recomendar o envolvimento de atividades públicas e privadas. Mas é pôr a questão completamente ao contrário. Os problemas que hoje discutimos são muito mais fáceis de resolver e mais agradáveis de discutir do que os que tínhamos há muito poucos anos, quando os centros das cidades eram desertos e a requalificação urbana era impossível porque não havia procura nem justificação para que ela acontecesse. Hoje temos um problema bom para resolver."

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Em Portugal, 2014 foi um ano histórico: as dormidas de estrangeiros já representavam mais do dobro das nacionais. O saldo da balança turística superou os sete mil milhões de euros.

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