Poupança

Estudo. Homens querem diversão, mulheres preferem poupar

Hong Kong é o território onde a poupança mais preocupa. Nos restantes países analisados pela GfK, a vontade aproveitar a vida vem primeiro

As mulheres portuguesas preocupam-se mais com a necessidade de amealhar poupanças do que os homens. O estudo é da GfK e mostra que 40% das mulheres coloca a poupança na primeira linha das suas preocupações, mas o mesmo já não acontece com os homens: 43% diz preocupar-se mais com “aproveitar a vida”.

O estudo foi conduzido em diversos países e, no geral, um terço dos cidadãos prefere aproveitar a vida hoje e preocupar-se com poupanças no futuro.

Os maiores amantes da diversão são os jovens entre os 20 e 29 anos. Neste segmento, 41% concorda com a diversão no momento, remetendo as preocupações para o futuro. Mas, um quarto dos entrevistados entre os 50 e 59 anos e mais de 60 também concordam com a máxima do “viver hoje”.

Ainda assim, o crescimento da vontade poupar no imediato é proporcional ao aumento da idade. “Os adolescentes e os jovens dos 20-29 anos situam-se, ambos, nos 34%, enquanto a faixa dos 50-59 anos e as pessoas com 60 anos ou mais anos, registam os valores mais elevados, 43% e 42% respetivamente”, refere o estudo.

Em Portugal, nem tanto divertimento nem tanta poupança: 18% dos jovens preocupa-se com a diversão e 21% das pessoas com mais de 60 anos preocupa-se em poupar.

Poupar hoje é a preocupação da maior parte dos cidadãos de Hong Kong. Naquele território, 54% dos inquiridos rejeitam aproveitar a vida hoje, em detrimento da poupança. A República Checa vem logo atrás, com 49% a preferir a poupança. No Brasil, 45% também prefere poupar.

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