Comércio internacional

Eurodeputados visitam China para abordar questões comerciais

Fotografia: Direitos Reservados
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A visita ocorre depois de uma ronda de negociações entre a China e os EUA ter terminado sem acordos concretos que permitam evitar uma guerra comercial

Uma delegação da Comissão de Comércio do Parlamento Europeu está na China para abordar questões comerciais, depois de os Estados Unidos terem aumentado as taxas alfandegárias sobre o aço e alumínio oriundos da China.

A delegação, chefiada pelo presidente da comissão, Bernd Lange, vai reunir-se com funcionários do ministério chinês do Comércio, dirigentes do Partido Comunista da China, representantes de sindicatos e membros da comunidade empresarial europeia, detalhou um comunicado da delegação da União Europeia (UE) em Pequim.

Os eurodeputados vão abordar as taxas recentemente impostas pelos EUA sobre as importações de aço e alumínio, o excesso de capacidade de produção, um acordo bilateral de investimento, acesso ao mercado chinês e direitos de propriedade intelectual, detalha a mesma nota.

A visita ocorre depois de uma ronda de negociações entre a China e os EUA, em Pequim, ter terminado sem acordos concretos que permitam evitar uma guerra comercial entre as duas maiores potências comerciais do planeta.

A UE alertou já, por várias vezes, para os perigos para a economia mundial de uma guerra comercial.

Em março passado, o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou taxas alfandegárias sobre as importações de aço e alumínio oriundos da China, em 25% e 10%, respetivamente.

Trump ameaçou ainda subir as taxas alfandegárias sobre um total de 150.000 milhões de dólares em exportações chinesas para o país, incluindo produtos do setor aeronáutico, tecnologias de informação e comunicação ou robótica.

Em retaliação, Pequim ameaçou subir as taxas alfandegárias sobre uma lista de produtos norte-americanos, cujas exportações para a China se fixaram, no ano passado, no mesmo valor.

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