pagamentos móveis

Europeus pagam mais com telemóvel. E são os mais velhos a liderar

O número de europeus que utiliza regularmente um dispositivo móvel para pagamentos triplicou desde o ano passado.

É na faixa etária entre os 55 e os 64 anos que mais depressa tem aumentado a adoção de serviços bancários móveis na Europa, um continente onde, desde 2015, o número de europeus que utiliza regularmente um dispositivo móvel para pagamentos triplicou de 18% para 54%.

De acordo com o estudo Digital Payments 2016, desenvolvido pela Visa, atualmente 54% dos consumidores europeus utiliza regularmente um smartphone, tablet ou wearable para fazer pagamentos para compra de bens e serviços do dia-a-dia.

Há um ano, nota a Visa, em comunicado, 38% dos inquiridos dizia nunca ter feito um pagamento com recurso a um dispositivo móvel. Este ano, essa percentagem é de apenas 12%. E esta utilização não olha a montantes: tanto são utilizados os meios móveis para pagamentos avultados, como para pagamentos do dia-a-dia.

No que respeita aos países onde os pagamentos móveis predominam, curiosamente encontram-se no topo países de mercados em desenvolvimento, como a Turquia e a Roménia, a par de mercados desenvolvidos, como a Dinamarca ou a Noruega.

Ainda que a adesão à banca mobile esteja a progredir rapidamente em todas as faixas etárias, é na faixa etária dos 55-64 anos que cresce mais depressa (33%). Contudo, são os millennials quem mais utiliza esta categoria de serviços (crescimento de 24%).

Há, ainda, uma relação direta entre o número de utilizadores que recorre aos pagamentos mobile e os que já aderiram aos pagamentos Contactless.

O estudo da Visa resultou de inquéritos realizados online, entre agosto e setembro de 2016, junto de mais de 36 mil consumidores de 19 países europeus: Áustria, Bélgica, Dinamarca, Finlândia, França, Alemanha, Irlanda, Itália, Holanda, Noruega, Polónia, Roménia, Eslovénia, Espanha, Suécia, Suiça, Turquia e Reino Unido.

Comentários
Outras Notícias que lhe podem interessar
Outros conteúdos GMG
Hoje
Fotografia: Gustavo Bom/Global Imagens

Não conseguiu validar as faturas para o IRS? Contribuintes têm mais um dia

O ministro das Finanças, Mário Centeno, na apresentação das obras de arte da coleção BPN, agora integradas na Coleção do Estado, no Forte de Sacavém. Fotografia: TIAGO PETINGA/LUSA

Fundo de Resolução já pagou em juros 530 milhões ao Estado e 90 milhões a bancos

(Filipe Amorim / Global Imagens)

Venda do Novo Banco é “um não-assunto” para o Fundo de Resolução

Europeus pagam mais com telemóvel. E são os mais velhos a liderar