Exportações no setor aeronáutico crescem quase 9 vezes em 15 anos

Prevê-se que as exportações relacionadas com o setor aeronáutico cresçam "mais de 760%" de 2007 a 2022.

O presidente da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), Luís Castro Henriques, revelou esta sexta-feira que prevê que as exportações relacionadas com o setor aeronáutico cresçam "mais de 760%" de 2007 a 2022.

"Prevemos que de 2007 a 2022, e prevemos isto com base em contratos já assinados com a AICEP, as exportações do setor poderão crescer mais de 760%, o que é uma história de sucesso", disse.

Luís Castro Henriques, que falava à agência Lusa à margem de uma conferência subordinada ao tema "Portugal Global- Visão, Estratégia e Desafios", no segundo dia da cimeira aeronáutica "Portugal Air Summit", que decorre até domingo em Ponte de Sor (Portalegre), indicou que nesta altura o país atingiu os "200 milhões" de exportações.

"Neste momento estamos a falar de 200 milhões de exportações e nós acreditamos que isto vai chegar muito perto de 400 milhões dentro de três a quatro anos", sublinhou.

O Brasil, pela "relação" que Portugal mantém com a empresa Embraer, França, Alemanha, Estados Unidos e Canadá, são os "países chave", segundo o presidente da AICEP, para a economia portuguesa na área da exportação.

"O setor aeronáutico é um setor com muitas especificidades. O facto de termos cá a Embraer é absolutamente fundamental para sermos conhecidos como um país onde se constroem aviões ou partes de aviões. Isso é um reconhecimento muitíssimo relevante", disse.

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