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FDA aprova: iQos é produto de tabaco de risco modificado

Andre Calantzopoulos, CEO da PMI.
(REUTERS/Kim Kyung-Hoon)
Andre Calantzopoulos, CEO da PMI. (REUTERS/Kim Kyung-Hoon)

Agência americana distingue sistema da tabaqueira como menos prejudicial para a saúde. É o único a ter esta designação.

É uma conquista de peso para a dona da Tabaqueira: a agência americana para a Segurança Alimentar e o Medicamento, FDA, acaba de alterar a designação dada ao tabaco aquecido comercializado pela Phillip Morris – o iQos, que também aqui é vendido -, distinguindo-o dos demais produtos de tabaco.

O iQos, sistema de aquecimento de tabaco da Philip Morris International (PMI), é agora designado como “produto de tabaco de risco modificado (Modified Risk Tobacco Product, MRTP da sigla em inglês)”, conquistando assim a autorização de comercialização com a informação de modificação de exposição, apropriada para a promoção da saúde pública, de acordo com a FDA.

“A decisão agora tomada demonstra que o iQos é um produto de tabaco fundamentalmente diferente, e uma melhor escolha para adultos que, de outra forma, continuariam a fumar”, reage a tabaqueira, lembrando que este é o primeiro e único dispositivo eletrónico com nicotina a obter esta autorização de comercialização.

Com esta decisão, o iQos passa a circular com a informação que o descreve com mais clareza: é um sistema que “aquece o tabaco, mas não o queima”, o que “reduz significativamente a produção de constituintes químicos nocivos e potencialmente nocivos”, com vários estudos científicos a demonstrar que a substituição completa dos cigarros convencionais pelo iQos “reduz significativamente a exposição do organismo a constituintes químicos nocivos ou potencialmente nocivos”.

“A decisão da FDA é um marco histórico para a Saúde Pública. Muitas das dezenas de milhões de homens e mulheres norte-americanos que fumam vão parar, mas muitos não e agora é possível informar esses adultos que mudar completamente para o iQos é uma melhor escolha do que continuar a fumar”, reagiu André Calantzopoulos, CEO da PMI. “Este é um produto fundamentalmente diferente dos cigarros combustíveis e deve ser regulado de maneira diferente, como a FDA reconheceu. Agora, mais do que nunca, há uma necessidade urgente de um diálogo fundamentalmente diferente, com uma abordagem cooperativa, para se alcançar um futuro livre de fumo. A decisão da FDA dá um exemplo importante de como governos e organizações de Saúde Pública podem regular alternativas sem fumo para as diferenciar dos cigarros para a promoção da Saúde Pública”, conclui.

De facto, a agência americana conclui que há evidência científica disponível que demonstra ser expectável que este sistema beneficie a saúde da população fumadora e mesmo de quem atualmente não consome produtos de tabaco. A decisão baseou-se precisamente no crescente consenso científico independente e internacional de que o iQos é uma escolha melhor do que continuar a fumar, depois de há um ano já ter permitido a sua comercialização nos Estados Unidos.

“Estamos muito entusiasmados com esta importante decisão que vai ajudar nas escolhas dos fumadores adultos nos Estados Unidos. O melhor é nunca começar a fumar ou parar de fumar por completo, mas quem não quer ou não consegue tem aqui uma melhor escolha: mudar para um produto sem combustão cientificamente comprovado”, explica ainda o CEO, que tem dedicado toda a produção e estratégia da PMI à guerra ao fumo com a campanha para desfumar o mundo.

A 31 de março de 2020, a PMI estimou que aproximadamente 10,6 milhões de fumadores adultos em todo o mundo já pararam de fumar e mudaram para o iQos. “Acreditamos que esta decisão pode ajudar a acelerar ainda mais esta mudança. Juntamente com a Altria, responsável pela comercialização do sistema nos EUA, estamos empenhados em proteger o uso não intencional e apoiamos totalmente a prioridade da FDA em proteger os jovens.”

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