Fundações: Novos caminhos para responder a desafios

Criado em 1993, o Centro Português de Fundações assinala o Dia Europeu das Fundações nesta terça-feira, numa sessão comemorativa que será presidida pela ministra da presidência Mariana Vieira da Silva e que vai reunir mais de 50 fundações e outras instituições nacionais.

Numa sessão comemorativa aberta à sociedade, que terá lugar a partir das 15h00 de 1 de outubro, na Fundação Calouste Gulbenkian, juntam-se ainda, a convite da presidente do CPF, Maria do Céu Ramos, o administrador da Gulbenkian, Guilherme d’Oliveira Martins, e o presidente da Associación Española de Fundaciones, Javier Nadal.

Data institucionalizada com o intuito de dar a conhecer ao público o impacto social das fundações, neste dia as Fundações de toda a Europa unem-se, num esforço comum para chamar a atenção para o seu trabalho. Também em Portugal as fundações desenvolvem programas e acolhem diversos eventos e atividades concretas, convidando o público a conhecer mais sobre o seu trabalho.

Ainda na véspera, segunda-feira, terá lugar a reunião preparatória dos Encontros Ibero-americanos da Sociedade Civil (EIASC), no Convento da Arrábida.

“Esta é uma excelente oportunidade para demonstrar uma vez mais que as fundações têm sido, e podem ser cada vez mais, agentes ativos de transformação da sociedade, da coesão social, do robustecimento do papel de todos os cidadãos, respondendo a problemas concretos e antecipando os desafios societais”, afirma a presidente do CPF. “As fundações são organizações independentes, capazes de abrir novos caminhos e gerar tendências na resposta aos desafios da sociedade; não estão preocupadas com ciclos eleitorais e estão exclusivamente focadas em criar impacto social e promover um desenvolvimento equilibrado, justo e sustentável. Elas são organizações da sociedade, que põem o seu património e rendimento privado ao serviço do interesse geral, trabalhando com e para a comunidade em setores tão diversos como a educação, a ciência, a cultura ou a construção da cidadania. Estão comprometidas com a construção de uma Europa inclusiva ancorada nos valores fundamentais que levaram à construção da União Europeia”, acrescenta Maria do Céu Ramos.

A presidente do CPF afirma ainda que “é muito importante a presença de Portugal e de Espanha nestes encontros, que são os únicos países europeus que fazem parte desta plataforma predominantemente sul-americana, mas que é aberta ao mundo”. O encontro na Arrábida conta com 16 participantes de 10 países ibero-americanos: Portugal, Espanha, Peru, Bolívia, Colômbia, México, Brasil, Venezuela, Argentina e Chile.

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