Imobiliário

Armazéns de vinho Porto renascem como empreendimento de luxo

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The Rebello é o novo projeto que está a nascer em Gaia. Apartamentos são para venda, mas os proprietários poderão cedê-los para exploração turística

Está a nascer no Cais de Gaia, paredes meias com o rio Douro e uma vista ímpar sobre a cidade do Porto, um novo projeto imobiliário que tem tanto de habitação como de turismo.

Na mão da Consultan, a consultora que trouxe do Brasil conceitos como empreendimento fechado ou Loft, o novo projeto The Rebello assenta na requalificação de seis antigos armazéns de vinho do Porto para os transformar em 106 apartamentos de luxo.

As obras arrancam no próximo mês e pretendem manter o essencial das antigas fachadas e armazéns que ali se instalaram no século 18. Mas quando estiver pronto,vai ser mais do que um simples prédio de habitação. Quem comprar estes imóveis terá a possibilidade de assinar um contrato de exploração turística para que, em parte do ano, possam transformar-se em parte de um hotel, adiantou ao Dinheiro Vivo, Guilherme Grossman, da Consultan, que está a cargo do projeto.

“Estamos a trabalhar em alguns projetos grandes no Porto, numa primeira fase, tudo projetos voltados para investidores. Um deles é o The Rebello, que é em cima do rio Douro, ao lado das Caves do vinho do Porto, muito central. São apartamentos com rentabilidade associada e muitos investidores que estão a comprar através do Golden Visa estão a procurar-nos”, adiantou Grossman ao Dinheiro Vivo.

Dos 106 apartamentos, 46 ficam de fora do modelo hoteleiro, sendo os restantes 60 apartamentos disponibilizados para exploração turística. Esta abertura a turistas insere-se num modelo de exploração que será gerido pelo BomPorto Hotéis, à semelhança do que já acontece, em Lisboa, com o projeto The Lumiares. Os apartamentos que entrem neste modelo recebem um serviço de manutenção associado a esta prestação de serviços e terão os seus apartamentos decorados pelo gestor hoteleiro.

A rentabilidade prometida para esta modalidade é de 4% ao ano durante 3 anos e, ao fim do quarto ano, será oferecido um rendimento proporcional à ocupação do apartamento, e que se estima em torno dos 6%.

“Acho que vai ter um sucesso muito grande. É um projeto voltado especialmente para o mercado internacional, apesar de também já haver portugueses interessados por causa da rentabilidade, disse Guilherme Grossman, adiantando que “já se está a fazer um soft selling e dentro de um mês ou dois arranca a venda direta”.

A expectativa é que as primeiras casas comecem a ser habitadas em 2021. Os preços de venda começam nos 220 mil euros.

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