Comércio

Chiado está entre as localizações de comércio mais caras

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Na última edição do estudo Main Streets Across the World, publicado anualmente pela Cushman & Wakefield, o Chiado ocupa a 33ª posição.

O Chiado, em Lisboa, é a a localização mais cara de Portugal, com rendas anuais de 1380 euros por metro quadrado, que representam uma subida de 15% face ao ano passado. Mesmo com esta valorização o Chiado manteve a sua posição no ranking Main Streets Across the World 2017, face a 2016, ocupando o 33º lugar.

A renda de comércio mais alta do mundo, na Quinta Avenida, em Nova Iorque, chega aos 28.262 euros anuais por metro quadrado, enquanto em Hong Kong o valor ronda os 25.673 euros anuais, que ocupa o segundo lugar.

O grande aumento de rendas na New Bond Street em Londres fez com que esta zona subisse ao terceiro lugar do ranking apresentado na última edição do estudo Main Streets Across the World, publicado anualmente pela Cushman & Wakefield.

A Via Montenapoleone em Milão, onde se registou uma subida de 12,5% nas rendas, passou a ocupar o 4º lugar no ranking com 13.500 euros metros quadrados e os Champs Elysees, em Paris, que este ano desceram da terceira para a quinta posição do ranking, mantêm-se no mesmo valor – 13.255 euros por metro quadrado.

De acordo com Marta Esteves Costa, associate e diretora do departamento de research & consultoria da Cushman & Wakefield, “o forte crescimento do formato de rua em todo o mundo justifica a estabilidade de Lisboa no ranking. Ainda assim, o dinamismo e atratividade do comércio de rua em Lisboa e no Porto mantiveram-se ao longo de 2017, fruto do crescimento do turismo e do aumento muito significativo dos projetos de reabilitação urbana que trouxeram às nossas ruas quantidade e sobretudo uma maior qualidade da oferta de retalho neste formato”.

O estudo Main Streets Across the World 2017 monitoriza e ordena 421 localizações de retalho em todo o mundo. O ranking apresentado é baseado no valor de renda anual mais elevado em cada país analisado, não incluindo custos de condomínio, impostos locais e outras despesas de ocupação. Nesta edição, o estudo inclui um ranking de 68 localizações, a mais cara por país analisado.

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