Consumo

Estes são os produtos falsificados mais vendidos em Portugal

Percorra a galeria de imagens acima clicando sobre as setas.

Percorra a galeria para conhecer os artigos contrafeitos que causam mais prejuízos económicos em Portugal.

De acordo com o Instituto da Propriedade Intelectual da União Europeia (EUIPO), a venda de produtos falsificados é responsável por perdas anuais de vendas de 1.013 milhões de euros em Portugal devido a contrafação em 13 setores económicos fundamentais. Ou seja, 8,2 % das vendas diretas em Portugal são perdidas, o que equivale a 8 euros por habitante português por ano. Em termos de emprego, são menos 16.441 postos de trabalho.

Já na União Europeia, estas perdas ascendem a 60 mil milhões de euros (7,5 % das vendas). As perdas acumuladas são equivalentes a 116 euros por cidadão da UE por ano.

Nos últimos cinco anos, o EUIPO tem monitorizado o custo económico da contrafação em 13 setores mais vulneráveis à violações dos direitos de propriedade intelectual: produtos cosméticos e produtos de cuidados pessoais; vestuário, calçado e acessórios; artigos de desporto; brinquedos e jogos; artigos de joalharia e relojoaria; malas de mão e de viagem; indústria discográfica; bebidas espirituosas e vinhos; produtos farmacêuticos; pesticidas; smartphones; baterias e pneus.

O Dia Mundial Anti-Contrafação foi estabelecido em 1998 pelo Global Anti-Counterfeiting Group com o objetivo de consciencializar a sociedade para o fenómeno da contrafação e da pirataria e dos danos causados por estas práticas ilícitas.

Este ano, em Portugal, o Instituto Nacional de Propriedade Industrial e as restantes entidades que integram o Grupo Anti-Contrafação (GAC) organizaram, em articulação com a Secretaria-Geral do Ministério da Justiça, uma exposição sobre o fenómeno da contrafação em Portugal. A exposição pode ser visitada até 8 de junho no Espaço Justiça, na Praça do Comércio, em Lisboa, e conta com diversos artigos contrafeitos, informação acerca dos perigos relacionados com o uso ou consumo destes produtos e o seu impacto negativo na economia, pelos prejuízos financeiros que provocam às empresas, com consequências no desemprego.

A entrada é gratuita e as portas estão abertas ao público nos dias úteis, das 9h00 às 19h00.

O GAC foi criado em 2010 e integra diversas entidades públicas e privadas, com o estatuto de membros e de observadores: INPI, Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), Autoridade Tributária e Aduaneira (AT), Guarda Nacional Republicana (GNR), Polícia Judiciária (PJ), Polícia de Segurança Pública (PSP), Centromarca, SNB-React Portugal, União de Marcas, Inspeção-Geral das Atividades Culturais (IGAC), Inspeção Regional das Atividades Económicas (IRAE), Autoridade Regional das Atividades Económicas (ARAE), Procuradoria-Geral da República (PGR) e Câmara de Comércio Internacional Portugal (ICC Portugal).

Percorra a galeria de imagens acima clicando sobre as setas.
Comentários
Outras Notícias que lhe podem interessar
Hoje
Dos blueprints  dos primeiros automóveis, ao topo dos carros elétricos atuais, de elon Musk, em homenagem, a Nikolas Tesla.
Ilustração: VITOR HIGGS

Automóvel. Em 20 anos do euro mudou tudo, menos a carga fiscal e o líder

João Vieira Lopes, presidente da Confederação do Comércio e Serviços.
(Jorge Amaral/Global Imagens)

Vieira Lopes: “Metas do governo são realistas mas é preciso investimento”

A EDP, liderada por António Mexia, vai pagar o maior cheque de dividendos da bolsa nacional.

PSI20. Menos lucros mas o mesmo prémio aos acionistas

Outros conteúdos GMG
Conteúdo TUI
Estes são os produtos falsificados mais vendidos em Portugal