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Rio acusa Governo de ser “incapaz” de ter o futuro como prioridade nacional

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Novo presidente do PSD acusou Governo, apoiado à esquerda, de ser incapaz de governar tendo o futuro como prioridade nacional

O novo presidente do PSD acusou hoje o atual Governo, apoiado à esquerda, de ser incapaz de governar tendo o futuro como prioridade nacional e de não ter condições para desenvolver políticas capazes de aumentar o crescimento económico.

“O atual Governo — ao estar amarrado aos seus compromissos com a esquerda adversária da iniciativa privada, aliada do aumento da despesa e do endividamento público, avessa a uma política promotora da poupança, crítica da União Europeia, inimiga da moeda única e contrária à nossa presença na NATO — é um Governo incapaz de conseguir governar tendo o futuro como prioridade nacional”, disse.

Para o novo presidente do PSD, o atual Governo tem apostado em ter como motor do crescimento o consumo, o que considerou errado, defendendo como alternativa as exportações e o investimento.

“O atual Governo não tem condições para levar a cabo políticas públicas capazes de induzir o crescimento económico”, criticou.

Na sua intervenção de cerca de 45 minutos, Rio retomou o objetivo que traçou durante a campanha de que Portugal deve ser capaz de chegar “à metade mais rica da União Europeia”.

“Para o conseguir, Portugal tem de crescer sustentadamente acima da média europeia e para isso tem de ter políticas promotoras do investimento, da poupança e do emprego de qualidade — justamente aquilo que mais choca com a ideologia dos seus aliados parlamentares e com a de alguns jovens turcos com grande predominância no PS”, criticou.

Ao longo das 18 páginas do discurso, Rio voltou a apontar fragilidades à atuação do Estado em áreas de soberania como a Defesa, a Segurança e a Justiça.

“O Estado não é forte quando se mete em tudo e — por tudo e por nada — impõe regras e burocracia aos cidadãos. O Estado é forte quando liberta, o mais possível, o cidadão do seu jugo e quando, o mais possível, o defende e protege”, disse.

O novo líder social-democrata retomou a ideia expressa no discurso inaugural no Congresso, na sexta-feira, de que se há estrangulamentos que se resolvem facilmente mudando de Governo, outros exigem “a colaboração de todos”.

“Se não houver coragem de enfrentar os mais pesados problemas de Portugal, não será nunca por falta de empenho, dedicação e abertura ao diálogo do PSD”, assegurou.

No final da intervenção, Rio reiterou o objetivo de “ganhar as próximas eleições e liderar um Governo capaz de substituir uma solução governativa ancorada em contradições estruturalmente insuperáveis”.

“A partir de amanhã, iremos começar a trabalhar numa alternativa social-democrata que volte a trazer aos portugueses esperança e confiança”, disse, acrescentando que “no fim e no princípio de tudo, é a procura da felicidade” que deve mover todos os políticos.

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