Coreia do Norte

Reunião entre Trump e Kim Jong-un “muito em breve”

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Presidente dos EUA prometeu posição firme nas negociações para desnuclearização da península coreana.

O Presidente norte-americano, Donald Trump, confirmou esta sexta-feira que uma reunião com o líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, será marcada “muito em breve”, depois de um acordo no mesmo dia para uma situação de “paz permanente” na península coreana.

“Muitas coisas positivas aconteceram nas últimas 24 horas. Estamos em contacto total com a Coreia do Norte e a Coreia do Sul. Vamos marcar uma reunião muito em breve. Afunilámos as opções para dois ou três lugares”, indicou o líder norte-americano numa conferência de imprensa com a chanceler alemã, Angela Merkel, com a qual mantém reuniões hoje a propósito da situação coreana, mas também do acordo nuclear com o Irão, NATO e relações comerciais.

Os líderes da Coreia do Sul, Moon Jae-in, e da Coreia do Norte, Kim Jong-un, reuniram-se hoje numa cimeira histórica, tendo no final emitido um comunicado no qual se comprometem a terminar a situação de “guerra técnica” em que vivem os dois países desde há 65 anos. Pyongyang e Seul pretendem “declarar o fim da guerra e estabelecer um regime de paz permanente e sólido”.

“Não creio que [Kim Jong-un] esteja a brincar. Nunca se chegou tão longe, nunca houve este entusiasmo e o facto de eles quererem chegar a um acordo”, afirmou Trump, assegurando que os Estados Unidos manterão uma posição firme nas negociações.“Não vão brincar connosco. Esperamos chegar a um acordo. Se não for possível, tudo bem”.

Ao lado de Angela Merkel, o Presidente norte-americano voltou entretanto a acusar os países europeus de não realizarem plenamente as suas contribuições para a NATO, e também exigiu maior equilíbrio comercial nas relações com a União Europeia. Os Estados Unidos mantêm um défice comercial no valor de 65 mil milhões de dólares com a Alemanha.

“Há um tremendo potencial entre a UE e os EUA. Há também tremendos benefícios para a NATO quando todos pagam aquilo que devem pagar”, disse o Presidente norte-americano. “Não digo que seja apenas a Alemanha, mas outros países têm também de contribuir mais”, juntou.

“Temos orgulhos em ser os segundos maiores contribuidores na NATO”, afirmou Angela Merkel, reconhecendo que a contribuição da Alemanha “terá de aumentar nos próximos três anos”.

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