Golfe

Luís Correia da Silva: “Golfe é estratégico para encher hotéis”

Victoria Golf Course da Dom Pedro Golf.
Victoria Golf Course da Dom Pedro Golf.

CEO da Dom Pedro Golf diz que golfe e hotelaria são parceria estratégica para combater sazonalidade turística.

“Nas grandes épocas de pico de golfe turístico não há voos. Mesmo a TAP não tem uma ponte aérea de Lisboa para o Algarve”, denunciou Luís Correia da Silva, CEO da Dom Pedro Golf, num painel do XII Conferência Anual do Turismo, que decorre esta sexta-feira, na Madeira.

Segundo Luís Correia da Silva, “se um cliente quiser vir jogar para o Algarve e for para Lisboa tem de estar cinco ou seis horas na cidade à espera. Isto significa perder um dia de golfe num pacote de três ou quatro dias”. “O Algarve, como a Madeira e Lisboa, é o caso mais grave”, alerta, acrescentando que “não é aceitável”.

“O golfe é estratégico para encher hotéis” na época turística baixa, continuou, argumentando que “a articulação entre hotelaria e golfe na estrutura de propostas competitivas é essencial para os golfistas”.

O responsável deixa um alerta: “A concorrência entre destinos de golfe é enorme e crescente”. No caso da Madeira, considera que “falta mais um campo de golfe e que todos os que já existem pudessem ter uma visão em que fosse possível os jogadores estrangeiros jogarem às horas que querem”. “Havendo três ou quatro campos de golfe é um plus e dá uma capacidade de atração melhorada”, justifica.

A Dom Pedro Golf, empresa do grupo Dom Pedro Hotels & Golf Collection, detém cinco campos de golfe de Vilamoura – Victoria Golf Course, The Old Course Golf Club, Millennium Golf Course, Pinhal Golf Course e Laguna Golf Course.

*A jornalista viajou a convite da Ordem dos Economistas da Madeira.

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