Função Pública

Governo e sindicatos vão voltar a reunir-se para discutir progressões no Estado

José Vieira da Silva, ministro do Trabalho, e Mário Centeno, das Finanças. Fotografia: Mário Cruz/Lusa
José Vieira da Silva, ministro do Trabalho, e Mário Centeno, das Finanças. Fotografia: Mário Cruz/Lusa

A equipa do Ministério das Finanças e os dirigentes sindicais da administração pública voltam a reunir-se na próxima semana, dia 21.

A equipa do Ministério das Finanças e os dirigentes sindicais da administração pública voltam a reunir-se na próxima semana, dia 21, para discutir o descongelamento das progressões na carreira.

Segundo fonte oficial do Ministério das Finanças, os pontos na agenda do encontro são os “trabalhos preparatórios da proposta de lei do Orçamento do Estado para 2018, na área da administração pública” e “análise do caderno negocial”.

Na última reunião, no passado dia 8, o Governo entregou às três estruturas sindicais — Federação Sindical (FESAP), STE (Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado) e Frente Comum — o relatório com o impacto orçamental das progressões.

Os dirigentes sindicais consideraram o documento “incompleto” e disseram aos jornalistas que, durante o encontro, os membros do Governo revelaram que o descongelamento das progressões para todos os funcionários da administração central em 2018 custaria ao Estado 600 milhões de euros.

No Programa de Estabilidade, o Governo prevê gastar 200 milhões de euros para implementar a medida no próximo ano.

 

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