Segurança Social

Governo quer criar serviços da Segurança Social nos países com mais emigrantes

O ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, José Vieira da Silva (D), ladeado pela secretária de Estado da Segurança Social, Cláudia Joaquim (E), fala perante a Comissão de Trabalho e Segurança Social, na Assembleia da República, em Lisboa, 26 de junho de 2019. TIAGO PETINGA/LUSA
O ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, José Vieira da Silva (D), ladeado pela secretária de Estado da Segurança Social, Cláudia Joaquim (E), fala perante a Comissão de Trabalho e Segurança Social, na Assembleia da República, em Lisboa, 26 de junho de 2019. TIAGO PETINGA/LUSA

Segundo Vieira da Silva, objetivo é criar os novos balcões até ao final do ano.

O Governo vai começar a abrir balcões da Segurança Social nos consulados até ao final do ano, para apoiar os pedidos de emigrantes, anunciou esta quarta-feira, no parlamento, o ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social.

A abertura de balcões de atendimento da Segurança Social nos principais países de emigração de portugueses tem como objetivo “facilitar” pedidos destes emigrantes, e vão “funcionar junto de embaixadas e consulados”, disse Vieira da Silva.

O ministro, numa audição regimental na Comissão de Trabalho e Segurança Social, não adiantou o número de postos que quer abrir, mas disse que a intenção é que essa abertura decorra “até ao final do ano”.

França, Suíça, Reino Unido e Alemanha são alguns dos países com mais emigração e que podem ser candidatos às primeiras aberturas de postos da Segurança Social.

A criação dos primeiros postos nos países com sistemas de coordenação da Segurança Social com Portugal ou acordos bilaterais ou multilaterais foi hoje noticiada pelo jornal Público, que precisou não estarem ainda definidos pormenores desta abertura de balcões.

Hoje, na comissão, o ministro, questionado sobre o atraso nas pensões de portugueses com parte da carreira contributiva no estrangeiro, Vieira da Silva defendeu a necessidade de ser dado um “passo em frente” para abrir esses serviços da Segurança Social nos países onde Portugal tem mais emigrantes.

Segundo o governante, a “presença de técnicos da Segurança Social nesses países irá facilitar estrategicamente” a atribuição de pensões até ao final deste ano.

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