aviação

Groundforce diz ter licença válida no Montijo

Paulo Neto Leite, CEO da Groundforce.
Paulo Neto Leite, CEO da Groundforce.

O CEO da empresa de 'handling' considera que não há necessidade de novos concursos para licenças.

O presidente executivo da Groundforce considera que a licença que lhe foi atribuída na Portela em 2017, por sete anos, estará válida no futuro aeroporto complementar do Montijo.

Segundo o Jornal de Negócios, o CEO da empresa de handling (serviços em terra de apoio ao transporte aéreo), Paulo Neto Leite, entende que “não há necessidade de novas licenças de handling” nas categorias de bagagem, carga e operações de pista, já que o novo aeroporto é uma extensão do atual.

A expansão aeroportuária no Humberto Delgado, em Lisboa, e a concretização do projeto do Montijo – a chamada Portela+1 foi acordada a semana passada entre o Estado e a ANA – Aeroportos de Portugal, concessionária dos aeroportos nacionais.

O responsável afirma que a extensão da capacidade aeroportuária de Lisboa “fará toda a diferença”, tornando “a operação mais estável”, mas deixa um recado: “As obras devem adequar-se também a quem trabalha no aeroporto”, cerca de 10 mil pessoas.

No passado dia 24 de dezembro, os trabalhadores da Groundforce estiverem em greve, em protesto contra a reorganização dos tempos de trabalho. O CEO da empresa de handling explica que quem trabalha no Humberto Delgado não tem estacionamento e alerta para o desfasamento entre os horários de trabalho e os dos transportes públicos, uma questão que já tem abordado com a ANA e a Autoridade Nacional da Aviação Civil para que se encontrem soluções.

Em 2018, lembra, a empresa investiu 6,6 milhões de euros no reforço de equipamentos, como escadas, autocarros e carros de bagagens, garantindo que este ano irá ser de cerca de metade.

Detida pela TAP e pelo grupo Urbanos, a Groundforce presta assistência a mais de 150 companhias aéreas nos aeroportos internacionais de Lisboa, Porto, Funchal e Porto Santo. Além da Groundforce, a Portway também opera no aeroporto de Lisboa, assim como a Groundlink, que presta serviço de handling à Ryanair.

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