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Groundforce aposta na Portela e contrata mais 260 pessoas em 2019

Paulo Neto Leite, CEO da Groundforce.
Paulo Neto Leite, CEO da Groundforce.

O presidente da empresas avançou que os resultados de 2018 serão apresentados em março e garantiu melhorias face aos lucros de 8,7 milhões de 2017

O presidente executivo da empresa de ‘handling’ Groundforce, Paulo Neto Leite, anunciou hoje que vai contratar mais cerca de 260 pessoas ao longo de 2019, um aumento de 6% face ao ano passado. Já em 2018 a empresa responsável por toda a operação de assistência em terra nos aeroportos de Lisboa, Porto, Faro, Funchal e Porto Santo contratou 360 novos trabalhadores, o que equivaleu a um crescimento de 12%.

Em 2017 a empresa apresentou resultados de 8,7 milhões de euros, com uma quota de mercado de 60%. Isso permitiu pagar um prémio de distribuição de lucros aos trabalhadores no valor de 1,1 milhões de euros, confirmou este terça-feira Paulo Neto Leite. Questionado pelo Dinheiro Vivo, o responsável disse que os resultados de 2018 ainda não estão finalizados, mas deverão ser apresentados em breve, no mês de março, e garante uma melhoria por comparação com o ano anterior graças ao crescimento da atividade (5,3%), melhorias de processos e otimização de toda a cadeia operacional.

As contratações já prevista para este ano serão feitas numa primeira fase, podendo haver depois “um reforço em função da evolução dos movimentos do Verão”, disse o responsável durante uma visita guiada aos bastidores da operação da empresa no aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa.

“Deveremos chegar ao fim do ano com 3600 pessoas a trabalhar para a Groundforce. No ano passado ingressaram nos quadros da Groundforce 360 pessoas, um crescimento de 12%, e este ano devemos crescer 6% o o número de pessoas. É um esforço contínuo. Não só em Lisboa mas também no Porto, foi o aeroporto que cresceu percentualmente porque tem cada vez mais voos internacionais”.

Além de estar a contratar, a Grounforce está também a investir. “No ano passado investimos 6,6 milhões de euros em equipamento [4,7 milhões] e tecnologia [1,1 milhões]. Este ano vamos investir 2,85 milhões de euros para melhorar as condições de quem viaja e de quem trabalha. E há 10 mil pessoas a trabalhar no aeroporto de Lisboa”, disse o CEO.

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