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Hack for Good: Mentores seniores ajudam a criar novas tecnologias

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Maria Cecília Mendonça é uma das 15 mentores seniores que estão a participar na maratona tecnológica da Fundação Calouste Gulbenkian.

Maria Cecília Mendonça é uma das 15 mentores seniores que estão a participar no hackaton Hack for Good. O Dinheiro Vivo conversou um pouco com esta mentora para entender qual é o papel que este tipo de pessoas pode ter no desenvolvimento de novas tecnologias para os mais idosos.

A procura de soluções para os seniores é um dos tópicos da terceira edição da maratona tecnológica organizada pela Fundação Calouste Gulbenkian. Maria Cecília Mendonça pertence ao grupo de mentores seniores do Instituto Fraunhofer, com pessoas entre 68 e 80 anos

Além dos mentores seniores, este hackaton conta com mais dois tipos de mentores temáticos (crianças e refugiados) e os mentores tecnológicos.

A ajuda de tecnologia para crianças é prestada por jovens (entre 15 e 17 anos) e professores do Colégio Luso Internacional do Porto; o apoio para refugiados e migrantes está a ser dado por representantes do Centro Nacional de Apoio ao Imigrante, do Instituto Padre António Vieira e do Centro São Cirilo.

Os mentores tecnológicos estão ligados a várias startups e scaleups portuguesas, como Unbabel, eSolidar, HypeLabs, Natixis e XpandIT.

O Dinheiro Vivo está no Palácio dos Correios, no Porto, a acompanhar o hackaton do Hack for Good. Em 28 horas, 170 pessoas vão desenvolver soluções tecnológicas para problemas relacionados com crianças, idosos, migrantes e refugiados.

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