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Horta-Osório é um dos melhores líderes do mundo para a Fortune

António Horta Osório
(Filipa Bernardo/Global Imagens)
António Horta Osório (Filipa Bernardo/Global Imagens)

Revista Fortune publicou hoje a lista dos grandes líderes da atualidade, que reúne governantes, empresários e até treinadores de equipas desportivas.

São “pensadores, oradores e fazedores”. Têm em comum as escolhas “arriscadas e corajosas” que fizeram no último ano, e que “motivaram outros a fazer o mesmo”. São os 50 grandes líderes mundiais da atualidade, segundo a revista Fortune, e um deles é português.

A lista publicada esta sexta-feira é encabeçada não por um mas por dois líderes: Bill e Melinda Gates, fundadores da Gates Foundation, distinguem-se pela dedicação a causas como a luta pela erradicação da malária, entre outras. São para a Fortune os líderes com mais impacto em todo o mundo.

O segundo lugar do ranking pertence a Jacinda Ardem, primeira-ministra da Nova Zelândia, pela forma “humilde e empática” como lidou com o atentado às mesquitas de Christchurch, que resultaram em 50 mortes.

O pódio encerra com Robert Muller, procurador-especial do Departamento de Justiça dos Estados Unidos, que liderou a investigação sobre a possível influência da Rússia na eleição de Donald Trump em 2016. Muller é considerado o terceiro líder mais influente do mundo no dia em que o Relatório Muller foi disponibilizado ao público.

Entre os grandes líderes da atualidade para a Fortune está também António Horta-Osório. O CEO do Lloyds Banking Group surge na posição 41º do ranking.

A revista destaca que em 2011, oito meses após ter sido escolhido para liderar o banco britânico, Horta-Osório afastou-se “para procurar ajuda devido ao stress”. Hoje, destaca a publicação, “dá aos seus colegas ferramentas para que estes se ajudem a si próprios e fala abertamente da sua própria crise”. O Lloyds disponibiliza aos seus quadros superiores ferramentas de mindfulness e análise psicológica, “para que consigam lidar melhor com a ansiedade”. A medida vai ser alargada a todos os funcionários em breve.

A Fortune acrescenta que a atitude de Horta-Osório seria “inconcebível” há uns anos para um CEO de topo, por isso o banqueiro não sabia quais poderiam ser as consequências. “Afinal, acabou por lhe trazer reconhecimento e ajudou a aliviar um estigma numa indústria conhecida por levar os seus trabalhadores ao limite”.

Horta-Osório surge na lista imediatamente à frente de um dos casais mais populares da atualidade: o Príncipe Harry e Meghan Markle. No ranking constam ainda nomes como a comissária europeia Margrethe Vestager, o líder da Apple Tim Cook ou a jovem ativista sueca Greta Thundberg.

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