Hotelaria

Hotéis de Lisboa voltaram a subir preços em agosto

Hotel Pestana Palace, em Lisboa.
Hotel Pestana Palace, em Lisboa.

Hotéis de cinco estrelas lideram aumento dos preços em Lisboa. Já a taxa de ocupação continua a apresentar quebras na região.

2018 tem sido um ano de altos e baixos para a hotelaria nacional. Os hotéis em Lisboa apresentaram, no passado mês de agosto e em comparação com o mesmo período do ano passado, aumentos nos preços médios por quarto vendido (Average) e quarto disponível (RevPAR). Estes dados foram avançados pelo Observatório do Turismo de Lisboa, nesta quarta-feira, e indicam que, apesar desta evolução nos preços, a taxa de ocupação desceu ligeiramente para 86,77%.

Os crescimentos foram particularmente expressivos nos estabelecimentos hoteleiros de cinco estrelas. O preço por quarto vendido fixou-se nos 182,09 euros, o que corresponde a um acréscimo de 14,5%.

A segunda maior subida ocorreu nas unidades de três estrelas, cujo crescimento foi de 12,5%, para os 84,68 euros. Nos hotéis de quatro estrelas o preço médio fixou-se nos 92,87 euros, uma evolução de 7,6%.

Quanto ao RevPAR, registaram os maiores aumentos nos hotéis de três e de cinco estrelas, 11,8% e 10,2%, respetivamente. Nas unidades hoteleiras de quatro estrelas, o preço subiu na ordem dos 5,3%.

Em linha com o país, a taxa de ocupação desceu 2,3% em relação ao período homólogo. Por categorias, os hotéis de três e de quatro estrelas foram os preferidos dos turistas (90%), seguidos dos de cinco (73,61%).

Também na hotelaria da Área Metropolitana de Lisboa, segundo o Observatório do Turismo de Lisboa, houve um aumento de 9,3 no Average e de 6,6 no RevPAR.

Foram os hotéis de cinco estrelas que registaram maior crescimento no preço médio por quarto vendido (10,7%), fixando-se nos 196,35 euros.

Os de três estrelas revelaram uma variação de 8,6%, ultrapassando os 85 euros, e os de quatro estrelas subiram 7,7%, para 96,31 euros.

Já o RevPAR, foi de 77,99 euros nas unidades hoteleiras de 3 estrelas (+7,4%), de 87,50 euros nas de quatro estrelas (+5,2%) e de 147,11 euros nas de cinco estrelas (+6,6%).

Verifica-se, no entanto, uma quebra na taxa de ocupação em todas as categorias, para 86,72%, uma descida de 2,5% face a agosto de 2017.

As unidades de três e de quatro estrelas mantiveram-se acima dos 90%, enquanto as de cinco estrelas não ultrapassaram os 75%.

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