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Housers procura investidores para moradias de luxo no Meco

João Távora.
(Leonardo Negrão / Global Imagens)
João Távora. (Leonardo Negrão / Global Imagens)

Plataforma de crowdfunding imobiliário quer angariar mais de 500 mil euros para financiar construção de moradias no Meco.

Depois dos apartamentos em Lisboa, Porto e Paço de Arcos, um hotel em Alcobaça e quatro moradias em Loures, a Housers vai rumar a sul.

A plataforma espanhola que angaria investimento para projetos imobiliários está à procura de interessados em financiar a construção de cinco moradias de luxo no Meco.

Em comunicado enviado às redações, a plataforma que chegou a Portugal no final de 2017 revela que o seu mais recente projeto “consiste na concessão de um empréstimo participativo de 534 mil euros a um promotor para a construção de cinco vivendas independentes, cada uma delas com uma área de superfície de aproximadamente 167m2”.

Para participar no projeto é necessário investir pelo menos 50 euros. A Housers propõe um retorno através de taxa fixa, ou seja, “os investidores que participarem neste projeto receberão todos os meses o montante correspondente à taxa de juro acordada com o promotor, seguido da respetiva devolução do capital do empréstimo, sem ter de esperar pela construção ou venda das moradias”.

A plataforma espera alcançar uma rentabilidade total de 16,5% em 22 meses, o que equivale a uma taxa anual de 9%.

Desde que chegou a Portugal, a plataforma angariou mais de três milhões de euros, tendo chamado a atenção de 1400 investidores portugueses.

Como em qualquer plataforma de crowdfunding, o retorno não é garantido.

“Avisamos que o capital não é garantido e que pode haver perdas. Mas perder tudo é muito difícil, nenhum dos nossos projetos entrou em default até agora. Claro que as coisas podem correr mal, mas isso é o risco de qualquer investimento imobiliário, não é só no crowdfunding. Quem não quer assumir riscos não investe em crowdfunding, prefere um depósito a prazo que paga 0,2% ao ano ou um certificado de aforro. Quanto maior o risco, maior será a rentabilidade”, explicou João Távora, responsável pelos mercados internacionais da Housers, em entrevista ao Dinheiro Vivo.

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