Discriminação

Igualdade: Três dias e 20 propostas para mudar o país

Igualdade colóquio

Um colóquio e uma “carta constitucional” da diversidade para revolucionar as políticas de inclusão em Portugal.

Tornar Portugal mais igual. É este o objetivo do congresso Internacional que terá lugar em Lisboa de 28 a 31 de maio e que culminará com a apresentação ao governo de um documento estratégico com 20 propostas capazes de transformar o país, no curto prazo, no mais avançado do mundo em políticas de inclusão e diversidade social.

“No dia a seguir ao Colóquio, tudo será diferente”, garante Myriam Taylor, uma da 100 mulheres empreendedoras mais influentes segundo a revista Forbes e a responsável pelo encontro que promete mudar mentalidades.

O We Colloquium/Colóquio NÓS – sobre Capacitação, Diversidade e Inclusão Social vai juntar no ISEG mais de 100 personalidades, entre governantes, líderes de opinião, dirigentes partidários, empresários e ativistas de países como Portugal, Tunísia, Angola, Guiné, Cabo Verde, Marrocos, Moçambique, São Tomé, Holanda, Bélgica, França, Inglaterra, EUA, Brasil e Índia. Esta centena de personalidades bem diversificada aceitou o desafio do Colóquio dirigido por Myriam Taylor, da Muxima, para construir uma espécie de “carta constitucional” da diversidade que promete revolucionar as políticas de inclusão em Portugal.

Composto por debates e workshops, o Colóquio NÓS “convida a sociedade a refletir sobre problemáticas decorrentes da violência cometida através de diversas formas de exclusão social, política, religiosa, intelectual, cultural ou económica, e que se manifestam em violência de género, violência doméstica, preconceito étnico-racial, discriminação em razão da identidade e expressão de género, características sexuais, orientação sexual e desigualdade entre classes”, explica-se na página do governo, que se associa à iniciativa através também da secretária de Estado para a Igualdade, Rosa Monteiro (mais informação e o programa completo aqui).

Serão duas das mulheres portuguesas com as mais importantes responsabilidades nesta área a abrir e a encerrar os três dias de debate: as ministras da Justiça, Francisca Van Dunem, e a da Presidência, Mariana Vieira da Silva.

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