Imposto sobre refrigerantes aumenta até 1,5% em 2018

o Governo planeia agravar o imposto aplicado às bebidas sem álcool adicionadas de açúcar ou de outros edulcorantes

Os refrigerantes vão voltar a ficar mais caros no próximo ano. De acordo com a versão preliminar do Orçamento do Estado para 2018 a que o Dinheiro Vivo teve acesso, o Governo planeia agravar o imposto aplicado às bebidas sem álcool adicionadas de açúcar ou de outros edulcorantes.

No caso das bebidas que tenham um teor de açúcar inferior a 80 gramas por litro, o imposto passa a ser de 8,34 euros por hectolitro, o que representa um aumento de 1,5% face aos 8,22 euros cobrados desde o início do ano.

Já as bebidas cujo teor de açúcar seja igual ou superior a 80 gramas por litro passam a ser taxadas a 16,69 euros por hectolitro, um aumento de 1,4% em relação aos 16,46 euros que constavam no Orçamento do Estado de 2017.

Nesta matéria, o Governo propõe ainda uma taxação diferente para os concentrados usados na produção dos refrigerantes. Os concentrados líquidos deverão ser taxados a 50,01 euros por hectolitro e a 100,14 euros por hectolitro.

Já nos concentrados em pó, grânulos ou outras formas sólidas, o imposto deverá variar entre os 83,35 euros e os 166,90 euros por 100 quilos de peso líquido.

Com a entrada em vigor do imposto sobre refrigerantes no início do ano, o Estado esperava angariar cerca de 80 milhões de euros em 2017. Nos primeiros seis meses do ano, rendeu 46,7 milhões de euros.

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