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INE. Inflação desacelera para 1,2% em agosto

2. Evite a inflação no estilo de vida

O Índice de Preços no Consumidor (IPC), também desacelerou face à variação de 1,6% em julho, confirmou esta quarta-feira o INE.

O Índice de Preços no Consumidor (IPC) subiu 1,2% em agosto face ao mesmo mês de 2017, desacelerando face à variação de 1,6% em julho, confirmou esta quarta-feira o Instituto Nacional de Estatística (INE).

Em termos mensais a inflação foi -0,3% (-0,6% no mês precedente e variação nula em agosto de 2017) e a variação média dos últimos 12 meses fixou-se em 1,2%, taxa superior em 0,1 pontos percentuais à registada no mês anterior, acrescenta o INE.

A inflação subjacente (que exclui produtos alimentares não transformados e energéticos) registou uma variação homóloga de 0,6%, quando em julho tinha sido de 1%.

Já o Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) cresceu 1,3% em termos homólogos, menos 0,9 pontos percentuais face ao mês anterior e inferior em 0,7 pontos percentuais à estimativa do Eurostat para a área do Euro (em julho, a variação do IHPC português foi superior em 0,1 pontos percentuais).

Segundo o INE, o IHPC registou uma variação mensal de -0,7% (-0,4% no mês anterior e 0,2% em agosto de 2017) e uma variação média dos últimos doze meses de 1,4% (valor idêntico ao registado em julho).

Estes dados coincidem com a estimativa rápida dos preços do consumidor divulgada pelo INE em 31 de agosto.

Já as rendas de habitação registaram um aumento homólogo de 2,2% em agosto, valor superior em 0,1 pontos percentuais ao apurado no mês anterior: “Todas as regiões apresentaram variações homólogas positivas das rendas de habitação, tendo Lisboa registado o aumento mais intenso (3,0%)”, nota o INE.

Para o mesmo período, o valor médio das rendas de habitação por metro quadrado registou uma variação mensal de 0,2% (valor idêntico no mês anterior).

“As regiões com a variação mensal mais elevada foram o Algarve e a Madeira, com uma taxa de 0,4%, tendo todas as restantes regiões apresentado valores positivos”, acrescenta.

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