As empresas que vão estar no Fórum Empresarial Angola-Portugal

São 17 e marcam presença em Luanda, numa exposição multisetorial

O evento é organizado pela primeira vez pela Associação Empresarial de Portugal (AEP), em parceria com a AICEP Portugal Global e a Câmara de Comércio e Indústria Portugal-Angola. O II Fórum Empresarial Angola-Portugal vai contar com a presença do diretor da Unidade Técnica de Apoio ao Investimento Privado do Ministério da Indústria de Angola, o presidente da Comunidade de Empresas Exportadoras e Internacionalizadas de Angola, o presidente do Conselho de Administração do Banco BIC, entre outras entidades locais. Decorre de 24 a 25 de janeiro.

As 17 empresas portuguesas que integram a comitiva voam este domingo para Angola. Destas, 70% já estão a desenvolver operações no mercado angolano. O fórum irá ter como foco principal as parcerias entre as empresas angolanas e portuguesas na diversificação da economia de Angola.

Além do debate, o Fórum organiza uma exposição multisetorial. Em 2016 o grande evento empresarial FILDA, da Feira Internacional de Luanda, foi adiado e acabou mesmo por não se concretizar, devido à situação económica local, pelo que esta iniciativa no arranque de 2017 está a ser encarada por várias empresas portuguesas como uma oportunidade de exposição e de divulgação que possa colmatar, indiretamente, a ausência da FILDA que, habitualmente, marca a agenda económica todos os anos. Quanto à edição FILDA 2017 ainda não são conhecidos os planos.

Angola é um importante parceiro comercial de Portugal, enquanto destino das exportações portuguesas. No período 2011-2015, os valores das exportações de bens e serviços de Portugal para Angola registaram um decréscimo médio anual de 0,3%, em virtude do forte declínio verificado em 2015. Do lado das importações verificou-se uma subida, com a taxa de variação média anual ao longo do período em análise a atingir 7,7%. Nos primeiros sete meses do ano passado, o comércio de bens e serviços entre os dois países evoluiu de modo negativo, com as exportações a decrescer 40,3% e as importações a contabilizar uma quebra de 48%.

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