Quer um destino de férias onde o euro vale mais? Estas são algumas opções

Dubai, Caraíbas e Zanzibar são alguns dos destinos turísticos mais favoráveis em termos de taxa de câmbio e contenção da pandemia, segundo a análise da Ebury.

Não é apenas a evolução favorável da pandemia e da vacinação que pode ter impacto no turismo. Quando chega a hora de escolher um destino de férias, as taxas de câmbio também podem pesar na decisão. Para quem pensa fazer férias fora do país, "os destinos mais vantajosos entre os habituais para quem, como os portugueses, ganha em euros, serão o Dubai, as Caraíbas e Zanzibar. De fora destas escolhas mais vantajosas no que respeita ao câmbio, ficam Cabo Verde e o México, destinos cujas divisas locais valorizaram face ao euro, em especial o México, com a valorização da moeda local em mais de 11% face à moeda única" , avança a Ebury, fintech especializada em pagamentos internacionais.

"Outros países, fora do radar mais habitual, mas que podem ser considerados serão a Tailândia, a Geórgia e a Croácia. A análise da Ebury, encontrou nestes países variações cambiais muito favoráveis para quem compra em euros e que conjugam o fator segurança, com a pandemia em níveis muito controlados em todos estes países", avança ainda a empresa em comunicado.

A Ebury analisou também a moeda dos principais emissores de turistas para Portugal, fora da zona euro, tentando antecipar movimentos turísticos: "O Reino Unido viu, no último ano, a libra valorizar face ao euro, o que implica melhores condições para os turistas deste país. Esta valorização, a par de uma campanha de vacinação avançada, favorece a vinda de turistas britânicos ao nosso país este verão", afirma Duarte Líbano-Monteiro, diretor regional da Ebury para a Europa do Sul, citado na nota à imprensa.

Já o Brasil "tem à partida piores condições para retomar o turismo em solo português. Desde logo porque qualquer brasileiro não residente em Portugal é obrigado a ficar 15 dias em isolamento profilático antes de poder circular. A somar-se a este grande entrave, o real desvalorizou significativamente face ao euro, no último ano", acrescenta a Ebury.

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