Investimento da União Europeia na China cresceu 14,7%

O investimento da União Europeia na China no primeiro semestre de 2013 aumentou 14,7% em relação a igual período do ano anterior, somando 4.000 milhões de dólares (3.040 milhões de euros), anunciou hoje o Ministério do Comércio chinês.

A UE é o maior parceiro comercial da China, à frente dos Estados Unidos, cujo investimento naquele país também subiu (12,3%), para 1.800 milhões de dólares (1.370 milhões de euros).

No conjunto, o investimento externo direto na China entre janeiro e junho cresceu 4,9% em relação a igual período de 2012, para 61.980 milhões de dólares (47.110 milhões de euros), indicou a mesma fonte.

Aqueles números, que dizem apenas respeito ao setor não financeiro, "demonstram a competitividade e o reconhecimento dos investidores internacionais acerca da situação económica da China", disse o porta-voz do Ministério do Comércio chinês, Shen Danyang.

O investimento oriundo do Japão, país que mantém uma acesa disputa territorial com a China, registou igualmente uma acentuada subida (14,4%), totalizando 4.700 milhões de dólares (3.570 milhões de euros).

Mais de dois terços do investimento externo direto (FDI) na China são oriundos, aliás, da Ásia, nomeadamente de Taiwan, Hong Kong, Japão e Singapura.

Em 2012, pela primeira vez em três anos, o FDI na China diminuiu.

O porta-voz do Ministério do Comércio chinês disse esperar "um crescimento sólido" durante o segundo semestre de 2013, mas alertou que "não se pode concluir que o FDI tenha já recuperado".

A economia chinesa, a segunda maior do mundo, a seguir aos Estados Unidos, está a abrandar e o crescimento de dois dígitos, que marcou as últimas três décadas, parece difícil de repetir.

No primeiro semestre de 2013, o Produto Interno Bruto (PIB) chinês cresceu apenas 7,6%, menos 0,2 pontos percentuais do que a média de 2012, que foi já a mais baixa dos últimos treze anos.

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