Economia

ISEG prevê que PIB português cresça entre 1,8% a 2,2% em 2020

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Fotografia: Liam Mckay/Unsplash

O ISEG prevê que a economia portuguesa cresça entre 1,8% a 2,2% em 2020 e estima que o Produto Interno Bruto (PIB) tenha aumentado 2,1% em termos homólogos e 2,0% no conjunto de 2019.

“Com base na evolução dos principais indicadores quantitativos (ainda não completos no que respeita a dezembro), estima-se que a economia portuguesa tenha crescido 2,1% em termos homólogos (0,6% em relação ao trimestre anterior) durante o quarto trimestre de 2019. Para a totalidade do ano de 2019 estima-se que o crescimento do PIB tenha sido de 2,0%, lê-se na síntese de conjuntura divulgada hoje pelo Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG).

Em relação a 2020, e “assumindo um maior equilíbrio na incerteza que tem vindo a caracterizar a conjuntura económica internacional, a previsão do ISEG para o crescimento da economia portuguesa, tendo por base o crescimento em torno de 2,3% do consumo privado, de 0,8 % do consumo público, de 5,5 % do investimento, de 3,3% das exportações e de 4,7% das importações, aponta o intervalo de 1,8% a 2,2% como o mais provável”, acrescenta.

Na sua última síntese de conjuntura, divulgada em 09 de janeiro, o ISEG previa um crescimento em 1,9% ou 2,0% da economia portuguesa no conjunto do ano passado.

Tendo agora por base informação disponível até 24 de janeiro, o instituto nota que, no quarto trimestre de 2019, “os indicadores de confiança setoriais e os indicadores agregados de clima (Instituto Nacional de Estatística) ou de sentimento económico (Eurostat) continuaram a decrescer, embora de forma mais atenuada”.

“A tendência geral de menor quebra ou de estabilização da confiança também foi evidente nos países da área euro”, acrescenta.

Quanto a 2020, o ISEG afirma que “a persistente incerteza que tem caracterizado a conjuntura internacional e a economia mundial parece atualmente mais equilibrada”, com “alguma estabilização da desaceleração económica no final de 2019, algum ganho recente de confiança na zona Euro (em especial Alemanha) e uma aparente promessa de contenção nas divergências comerciais internacionais”.

“Do lado negativo, o facto de a conjuntura internacional continuar volátil e bastante sensível a ocorrências pontuais inesperadas”, sustenta.

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