Brexit

Juncker diz que seria “erro histórico” não aceitar novo pedido de adiamento

Fotografia: Toby Melville/ Reuters.
Fotografia: Toby Melville/ Reuters.

O presidente cessante do executivo europeu considera apesar de tudo improvável que os britânicos peçam mais tempo.

O presidente cessante da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, afirmou este domingo que seria um “erro histórico” não aceitar um pedido do Reino Unido para um novo adiamento do Brexit, mas considerou que tal será “improvável”.

“Se os britânicos pedirem mais tempo, o que provavelmente não acontecerá, seria, do meu ponto de vista, um erro histórico recusar esse pedido”, defendeu Juncker numa entrevista ao jornal austríaco Kurier, citado pela agência France-Presse.

O presidente da Comissão Europeia, que cessa funções em 31 de outubro, disse ainda que não se colocaria “de joelhos para pedir mais tempo”, mas que isso é um assunto dos britânicos.

Na quinta e sexta-feira da próxima semana realiza-se uma cimeira da União Europeia (UE) que é encarada como a última hipótese para evitar uma saída do Reino Unido sem acordo.

A saída dos britânicos da UE está agendada para o dia 31 de outubro, existindo a possibilidade de ocorrer um terceiro pedido de adiamento, situação que colocaria mais incerteza no caminho que seguirá o país, após 46 anos nesta organização europeia.

Comentários
Outras Notícias que lhe podem interessar
Hoje
A ministra do Trabalho, Ana Mendes Godinho (D), e o secretário de Estado do Emprego, Miguel Cabrita (E). Fotografia: MANUEL DE ALMEIDA/LUSA

Salário mínimo de 635 euros? Dos 617 dos patrões aos 690 euros da CGTP

concertação

Governo sobe, sem acordo, salário mínimo até 635 euros em 2020

concertação

Governo sobe, sem acordo, salário mínimo até 635 euros em 2020

Outros conteúdos GMG
Juncker diz que seria “erro histórico” não aceitar novo pedido de adiamento