Habitação

Juros do crédito da casa voltam a subir. Estão em máximos de três anos

Fotografia: Fábio Poço/Global Imagens
Fotografia: Fábio Poço/Global Imagens

É preciso recuar até junho de 2016 para encontrar a taxa de juro implícita no crédito à habitação em níveis tão elevados.

A taxa de juro implícita no crédito à habitação está em máximos de mais de três anos. Em julho, esta taxa de juro foi de 1,087%, o novo máximo desde os 1,089% verificados em junho de 2016, revelou esta quinta-feira o INE – Instituto Nacional de Estatística. Esta taxa subiu pelo oitavo mês consecutivo.

O mesmo instituto indica ainda que, em julho, o capital médio em dívida aumentou 39 euros e fixou-se nos 52 954 euros. É o montante mais alto desde fevereiro de 2015.

A prestação média vencida no crédito à habitação subiu um euro, para 248 euros. Dentro deste montante, “49 euros (20%) correspondem a pagamento de juros e 199 euros (80%) a capital amortizado”. A prestação média para o crédito à habitação não registava um montante tão elevado desde janeiro de 2013, segundo o INE.

Com a divulgação destes dados, o INE pretende “fornecer indicadores do esforço financeiro assumido pelas famílias e pelo Estado no crédito à habitação”.

(Notícia atualizada às 11h55 com mais informação)

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