Imobiliário

Juros na habitação batem novo mínimo histórico

Taxa implícita calculada pelo INE está em queda há 31 meses consecutivos. Em março voltou a reduzir-se

A queda consecutiva das taxas Euribor, o indexante dos créditos à habitação em Portugal, continua a refletir-se nas taxas de juro associadas aos créditos para a compra de casa. Desde agosto de 2014 que a taxas de juro estão em queda; em março voltaram a registar um novo mínimo.

Os dados do INE, divulgados esta quinta-feira, mostram que a taxa de juro implícita ficou fixada em 1,016% em março, depois de recuar 0,2 pontos base face ao mês de fevereiro.

O INE mostra ainda que o capital médio em dívida para a totalidade dos contratos caiu 78 euros em março, estando agora em 51 537 euros.

Se o destino do financiamento se resumir apenas a aquisição de habitação, a taxa de juro implícita apurada em março fixa-se em 1,031%.

O valor médio da prestação para o conjunto destes créditos exclusivos à compra de casa era, por sua vez, de 237 euros, um valor já se repete pelo sétimo mês consecutivo, ou seja, desde setembro.

O capital médio em dívida para a aquisição de habitação é ligeiramente maior do que total geral: 58 166 euros.

 

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