Justiça

Justiça: Costa quer “Interesses corporativos” fora do debate

António Costa, primeiro-ministro. Fotografia: José Coelho/Lusa
António Costa, primeiro-ministro. Fotografia: José Coelho/Lusa

O primeiro-ministro considerou este sábado que é preciso “reflexão sobre a justiça”.

António Consta defende um sistema que não esteja “capturado por interesses corporativos” e que garanta o direito dos cidadãos.

“Não pode ser um debate capturado por interesses corporativos, pelo contrário. É um debate que deve ser conduzido, tendo em conta que a justiça é um pilar do estado de direito democrático”, afirmou.

Questionado sobre as críticas que tem sido apontadas ao funcionamento da justiça, por intervenientes como o juiz Carlos Alexandre ou por José Sócrates, na condição de arguido, no caso Marquês, António Costa considerou que “a reflexão sobre a justiça deve ser feita serenamente e, sobretudo, não pode ser feita a partir de um caso em concreto, qualquer que ele seja”.

“Temos que ter um sistema [de justiça] que garanta o direito dos cidadãos, que contribua para o desenvolvimento da economia e contribua para o Estado de Direito e só uma justiça eficaz o pode fazer”, disse o primeiro-ministro.

A falar em Viena, à margem de um encontro com o Chanceler Austríaco, António Costa disse prometeu “executar” programa de governo com vista a melhorar o sistema de justiça, considerando ainda que “o debate” deve ser “desligado de temas concretos”.

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