Web Summit 2019

Last2Ticket. Tecnologia portuguesa de bilhetes online chega ao sudeste asiático

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A Last2Ticket está presente na Web Summit a convite da Comissão Europeia. Não procura investimento mas está aberta a novas parcerias.

Nasceu de um projeto de MBA em 2011 e foi escalando até chegar ao Financial Times. No início deste ano, o jornal britânico catalogou a Last2Ticket como uma das mil empresas que mais cresce em toda a Europa.

Hoje, a plataforma sediada no polo de Ciência e Tecnologia da Universidade do Porto já não vende apenas bilhetes para espetáculos em Portugal. A tecnologia made in Porto está presente um pouco por todo o mundo. A última conquista foi o sudeste asiático. Graças a uma parceria com uma empresa daquela parte do globo, a compra de bilhetes online para espetáculos na Tailândia ou Camboja passa pela plataforma portuguesa.

“No início o objetivo era desmaterializar os principais processos ligados ao ticketing. Há dois anos fizemos uma alteração ao modelo de negócio e agora estamos num mercado mais amplo, que se chama event management software, que tem ferramentas para organizadores de eventos de diversas áreas, sejam conferências, festas ou concertos. Além de vender bilhetes, a plataforma permite gerir convites ou fazer check in“, conta ao Dinheiro Vivo a fundadora Emília Simões.

A Last2Ticket já teve stands na Web Summit em anos anteriores, como startup alpha e beta, mas este ano veio integrada no programa Enterprise Europe Network, da Comissão Europeia, que presta apoio a pequenas e médias empresas. “É um programa que nos tem ajudado muito nos últimos dois anos, nomeadamente na aposta que fizemos na internacionalização. A Comissão Europeia classifica-nos como caso de sucesso e por isso tem sido um apoio muito produtivo”.

Nos próximos anos a Last2Ticket quer “continuar a crescer, a inovar e a criar valor para organizadores de eventos”. A fundadora acredita que a plataforma é suficientemente “robusta e completa” para se adaptar à evolução do mercado, e por isso a empresa privilegia, neste momento, a criação de novas parcerias, mais do que a busca por investimento.

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