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Live. 25 de abril, sempre, e duas OPA em perigo

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O feriado calha à quinta-feira. Até lá, decide-se o destino da elétrica portuguesa EDP e do grupo espanhol Dia.

A semana arranca com a bolsa de Lisboa fechada, após os feriados da Páscoa, mas os mercados preparam-se para uma semana intensa de anúncios de resultados.

Na Europa, destaque para os fabricantes de automóveis e componentes, sob pressão na frente do comércio externo e na frente regulamentar, com novas regras de emissões. Daimler, Peugeot, Renault, Michelin e Continental publicam resultados.

Na terça-feira, o quartel general da Goldman Sachs, em Londres, reúne-se para discutir as probabilidade de êxito da OPA do milionário russo Mijail Fridman ao grupo espanhol Dia, dono do Minipreço.

E na quarta, em Portugal, a assembleia geral da EDP discute uma proposta de alteração de estatutos, pelo fundo Elliot, que poderá deitar por terra a oferta da China Three Gorges sobre o controlo da elétrica portuguesa. A desblindagem do teto de votos é condição da OPA. Se for chumbada, a extinção do negócio pode ser imediata.

No parlamento, os deputados debatem o Programa de Estabilidade e o Programa Nacional de Reformas até 2023.

Um dia antes, na terça, há ainda audição pública sobre o Programa Nacional de Investimentos 2030.

Há 25 de abril sempre, e este ano calha à quinta-feira. Portugal volta a comemorar mais um dia de liberdade.

No mesmo dia, o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, inicia uma viagem à República Popular da China que se estende até 1 de maio, terminando em Macau.

Em Bruxelas, realiza-se a cimeira União Europeia-Japão.

A terminar a semana, sexta, os deputados portugueses discutem em plenário a execução do programa de regularização de vínculos de trabalho precários no Estado.

É ainda conhecida a execução orçamental do primeiro trimestre, assim como os últimos dados da Avaliação Bancária na Habitação.

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