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Live. Como se proteger das vendas enganadoras na luz e gás

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Chamam-se vendas enganadoras ou agressivas, persistência na angariação de novos clientes, mudanças involuntárias de comercializador de energia.

A Deco diz que é uma prática comercial desleal e em 2018 recebeu 523 reclamações sobre o tema. Já o Portal da Queixa dá conta de um aumento de 40% nas reclamações no ano passado. A Endesa e a Iberdrola são as empresas com mais reclamações.

Por seu lado, a ERSE tem neste momento quatro processos de contraordenação abertos, por mudança de comercializador sem autorização expressa do cliente; e cinco outros processos por práticas comerciais desleais na angariação de clientes.

A Deco confirma que a situação mais comum é quando o consumidor assina, sem perceber, um novo contrato de fornecimento de energia e depois recebe faturas de uma empresa que não conhece. Por isso fica a primeira dica para se proteger: “Se não tem a certeza, nunca diga sim, nem assine nada.” Se assinar, peça cópia do documento. Nas vendas à distância há um prazo de 14 dias para denunciar o contrato, no caso de ser uma mudança involuntária de comercializador.

Se for abordado à porta de casa por alguém que diz ser da “empresa da eletricidade ou do gás”, peça para ver o cartão da empresa a que pertence, com foto. A ERSE alerta ainda: se o contacto for por via telefónica, ouça tudo com atenção e pense duas vezes antes de dizer sim. É que essa sua resposta positiva fica gravada e pode depois ser usada como prova de que deu o seu acordo à mudança de comercializador.

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REUTERS/Stephen Lam/File Photo

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