Novo Governo

Marcelo alerta Costa para maiores “tamanhas expectativas” dos portugueses

O Presidente da República de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, discursa durante a cerimónia de tomada de posse do XXII Governo Constitucional, liderado pelo secretário-geral do Partido Socialista (PS), António Costa, no Palácio da Ajuda, em Lisboa, 26 de outubro de 2019. ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA
O Presidente da República de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, discursa durante a cerimónia de tomada de posse do XXII Governo Constitucional, liderado pelo secretário-geral do Partido Socialista (PS), António Costa, no Palácio da Ajuda, em Lisboa, 26 de outubro de 2019. ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA

Marcelo Rebelo de Sousa afirmou que António Costa “sabe que não há recursos para tantas e tamanhas expectativas e exigências” .

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, admitiu hoje que o Governo anterior superou expectativas criadas há quatro anos e avisou o primeiro-ministro de que “as exigências dos portugueses são [hoje] muito superiores às de 2015”.

Dirigindo-se diretamente ao primeiro-ministro, Marcelo Rebelo de Sousa afirmou que António Costa “sabe que não há recursos para tantas e tamanhas expectativas e exigências” dos portugueses e que os próximos tempos serão difíceis.

“E que o segredo da legitimidade do exercício deste Governo residirá na escolha, na hierarquização, na concentração e na clareza das respostas que entender ser possível dar”, afirmou, na cerimónia de posse ao XXII Governo Constitucional, liderado pelo socialista António Costa, no Palácio da Ajuda, em Lisboa.

O Presidente da República apresentou-se como um defensor da estabilidade política, ou o “fusível de segurança do sistema de governo constitucional”, na posse do novo executivo minoritário do PS, liderado por António Costa.

“O Presidente da República está onde sempre entendeu dever estar, representante uninominal de todos os portugueses, institucionalmente solidário e cooperante com os demais órgãos do poder político”, disse Marcelo Rebelo de Sousa no discurso após a posse do XXII Governo Constitucional, no Palácio da Ajuda, em Lisboa.

De forma a “garantir a estabilidade, salvaguardando em permanência a sua indeclinável missão de fusível de segurança do sistema de governo constitucional”, concluiu.

Notícia atualizada às 12:40

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