Poupança para a Vida

Margarida Lima Rego: “A confiança no sistema é fundamental”

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logo_poupança_solo_curvas-02-1024x580A garantia de solvabilidade das seguradoras e adequação dos produtos ao cliente são essenciais para garantir a confiança dos cidadãos, diz Margarida Lima Rego.

Durante o debate foi referida a necessidade de proteger a Segurança Social das tentações do próprio Estado. Os produtos complementares de reforma já têm essa proteção?
Diria que nos seguros de vida muito já está a ser feito. Há um primeiro patamar que passa pela exigências no que diz respeito à solvabilidade. No fundo, assegurarmo-nos de que as empresas que se dedicam a esta atividade têm finanças sólidas, um capital próprio elevado e não podem receber riscos acima de determinados limites fixados para que as seguradoras se tornem insolventes. Mas também há todo um outro nível que passa pela criação de mecanismos para impedir que as pessoas subscrevam produtos sem os entender devidamente – no passado recente muitas pessoas subscreveram seguros achando que estavam a fazer um depósito -, e há exigências no comportamento das empresas para que, no momento em que fazem a sua venda, adequem o produto às necessidades de cada cliente.

E a Segurança Social pode ser mais protegida?
A exigência que temos de fazer enquanto cidadãos é que não haja possibilidade de deslocar o património que vem de todos nós para desígnios mais imediatos, como a descida do défice no papel. Outra discussão atual é saber se vamos associar à Segurança Social sistemas que até agora estão separados – se vamos juntar tudo no mesmo bolo, unindo prejuízos ou benefícios. Há toda uma série de estratagemas que é importante evitar, até para aumentar a confiança dos portugueses na própria Segurança Social. Sem confiança, surgem mecanismos de fuga quando a origem do problema está na falta de confiança no sistema. SAIBA MAIS

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